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Bispos originários do SVR

D. José de Aquino Pereira

Ingressou no Seminário de Vila Real vindo de S. Cibrão, sua terra Natal, no ano lectivo 1931/1932 , tendo como colegas de curso, entre outros, Monsenhor Ângelo do Carmo Minhava, o Padre António Augusto Vilela e o Professor Miguel Gilberto Ferreira de Matos que durante muitos anos residiu em Nogueira – Vila Real.

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Filho de - Manuel de Aquino Pereira e Maria do Rosário Ribeiro.
Nascido em V. Real, Trás-os-Montes, Portugal a 20 de Abril de 1920.
Foi para o Brasil em 1938 matriculando-se no Seminário Central do Ipiranga em São Paulo.
Ordenado presbítero em 03 de Dezembro de 1944, na cidade de S Carlos (S P) sendo nomeado bispo da Diocese de Dourados, Mato Grosso do Sul em 23 de Janeiro de 1958 foi pelo Papa Paulo XII sendo ordenado em 13 de Abril de 1958.
O seu múnus episcopal foi desenvolvido depois nas seguintes dioceses:
Bispo de Presidente Prudente - SP de 02 de Julho de 1960 a 4 de Agosto de 1968 por nomeação de João XXII.
Bispo de Rio Preto, por nomeação de Paulo VI de 06 de Maio de 1968 exercendo o seu Bispado de 4 de Agosto de 1968 a 26 de Fevereiro de 1997, data em que renuncia
ao múnus episcopal.
Nomeado Bispo da Diocese de Rio Preto em 1968, assumiu, como lema: "É Necessário que Ele Reine"...
Dom José assumiu a diocese em tempos difíceis e de mudanças trazidas pelo Concílio Vaticano II. "Dois grandes desafios o esperavam: escassez de padres que divergiam de pensamento e a situação económico-financeira da Diocese".
Decidiu criar e instalar o Seminário Maior Diocesano "Sagrado Coração de Jesus"; isto ocorreu em 1975, com apenas cinco seminaristas maiores e o apoio da Diocese de Pavia, Itália.
O prédio velho foi reformado.
À medida que os compromissos financeiros iam sendo saldados, Dom José recuperava e fortalecia o património do Seminário, reformou o Palácio Episcopal e começou a construção da nova Catedral.
Quando Dom José assumiu, a Diocese possuía 38 paróquias.
A cidade de São José do Rio Preto tinha aproximadamente 150 mil habitantes e 7 paróquias.
Em 1995, quando Dom José colocou o cargo à disposição da Santa Sé a cidade contava, aproximadamente com 320 mil habitantes, 21 paróquias enquanto a Diocese estava com 79 paróquias.
Com a renúncia aceita pelo Papa João Paulo II, Dom José foi nomeado Administrador Diocesano até a posse do novo Bispo, que ocorreu no dia 1º de Maio de 1997.
Dom José de Aquino Pereira continua residindo em São José do Rio Preto onde presta serviços à comunidade.

D. Gilberto Canavarro Reis

D. Gilberto Délio Gonçalves Canavarro dos Reis nasceu a 27 de Maio de 1940 em Barbadães, Concelho de Vila Pouca de Aguiar, Distrito e Diocese de Vila Real.
Ingressou no Seminário de Vila Real no ano lectivo 1951/1952, tendo como colegas de curso entre outros os Drs. Carvalho de Moura, Domingos Gomes, Bruno Teixeira, Ildo Rocha , José Augusto Vieira, Serafim Vilela , João Viamonte, José Luís Borges Coelho, entre outros.

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Foi ordenado Presbítero a 21 de Setembro de 1963 na Sé de Vila Real. Nos anos seguintes estuda Teologia Espiritual na Universidade Gregoriana em Roma. Foi Director Espiritual no Seminário de Vila Real, Professor de Teologia Fundamental, Prefeito de estudos no Seminário do Porto. Mais tarde Pároco em Chaves até ser nomeado Bispo Auxiliar do Porto a 16 de Novembro de 1988, por Sua santidade o Papa João Paulo II, sendo ordenado Bispo a 12 de Fevereiro de 1989, na Igreja Matriz de Chaves.
A 23 de Abril de 1998 foi nomeado Bispo de Setúbal, tomando posse a 21 de Junho de 1998 em substituição de D Manuel Martins que pediu a resignação do cargo
Durante vários anos, até ao ano de 2005 foi Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios. Actualmente é Delegado da Conferência Episcopal Portuguesa para as relações Bispos/Vida Consagrada.
Colocando sempre o acento tónico na necessidade de "evangelizar mais e melhor", D Gilberto "entregou-se ao povo de Setúbal", que classifica "do melhor que o país tem".

D. Amândio Tomás

D. Amândio José Tomás nasceu em Chaves, Cimo de Vila da Castanheira, aos 23.04.1943, filho de João dos Reis Tomás (já falecido) e de Esperança Maria Tomás, sendo o mais velho de uma família de cinco irmãos.
Ingressou no Seminário de Vila Real no ano lectivo 1955/195 tendo com o colegas de Seminário o Padre Max, o Dr Eduardo Barros, os Prof Milagres de Oliveira e Francisco Batista, grande dinamizador da Associação Dinis do Vale, o Padre Hélder de Chaves entre muitos outros.

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Aqui frequentou e concluiu em 1967 os estudos de Humanidades, Filosofia e Teologia e foi ordenado presbítero em 15.08.1967.
Prosseguiu os estudos teológicos na Universidade Gregoriana, aí obtendo, dois anos depois, a licenciatura em Teologia DogmáticaRegressado a Portugal, leccionou teologia no Seminário de Lamego, foi Director Espiritual do Seminário de Vila Real e professor de Moral no Liceu Camilo Castelo Branco;
Também leccionou Teologia no Seminário Maior do Porto e ICHT (Instituto de Ciências Humanas e Teológicas) de 1971 a 1976.
Nesse ano voltou para Roma para frequentar o Pontifício Instituto Bíblico, tendo-se licenciado em Ciências Bíblicas em 1980, tendo sido nomeado Vice-Reitor do Pontifício Colégio Português, passando a Reitor em 1982, cargo que exerceu até 2001.
Em Outubro de 2001 foi eleito Bispo Auxiliar de Évora e ordenado na festa da Epifania do ano 2002, na Basílica de S. Pedro, pelo Papa João Paulo II.
Depois destes anos de trabalho generoso em Évora foi nomeado Bispo Coadjutor da |Diocese de Vila Real, em 8 de Janeiro de 2008 como Bispo Coadjutor, sendo recebido em Vila Real por D Jorge Ortiga em representação do Bispo de Vila Real dia 10 de Fevereiro, primeiro Domingo de Quaresma, às 15.30 horas.
Nas estruturas da Conferência Episcopal Portuguesa foi membro da Comissão da Família e dos Leigos, e é actualmente o Delegado da CEP junto da COMECE (Comissão dos Episcopados da Comunidade Europeia), com sede em Bruxelas.

D. António Augusto dos Santos Marto

D. António Augusto dos Santos Marto nasceu a 5 de Maio de 1947, em Tronco, Concelho de Chaves, filho de Serafim Augusto Marto e de Maria da Purificação Correia dos Santos.
Com dez anos de idade , no ano lectivo de 1957/58 ingressou no Seminário da Diocese de Vila Real, onde permaneceu até ao ano lectivo de 1967/68, completando os estudos   humanístico-filosóficos e teológicos no até ao 3º ano de Teologia, que prosseguiu no Seminário Maior do Porto, onde completou o Curso de Teologia, com a classificação final de 16 valores.

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No seminário de Vila Real teve como colegas alguns dos elementos da actual Direcção da AASVR e pessoas ligadas á vida pública.
No ano lectivo de 1969/70, quando realizava o estágio pastoral, frequentou o Instituto de Cultura Alemã no Porto, tendo continuado os estudos de língua alemã no Goethe-Institut em Roma e através de um Curso de Verão para Língua Alemã no Goethe-Institut em Grafing (perto de Munique), vindo posteriormente a obter o diploma do Goethe-Institut de Roma (Mittelstufe II).
Para aperfeiçoamento da língua alemã passou dois meses das férias de Verão na Alemanha, durante dez anos consecutivos (1973-1982), no serviço de substituição de párocos alemães em férias.
Nos anos lectivos de 1970/71 a 1971/72, por decisão do bispo diocesano, frequenta a Faculdade de Teologia da Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, tendo obtido o grau de licenciatura canónica em Teologia, com a classificação "magna cum laude probatus ", com a dissertação escrita sobre "O sacramento da Penitência em Orígenes e em Cipriano de Cartago".
Já em Roma, foi ordenado presbítero a 7 de Novembro de 1971.
Aí prosseguiu estudos de especialização em Teologia Sistemática na Pontifícia Universidade Gregoriana (de 1970 a 1977) onde fez a licenciatura e o doutoramento, que concluiu com a tese sobre "Esperança cristã e futuro do homem. Doutrina escatológica do Concílio Vaticano II".
No ano lectivo de 1972/73 fez o currículo em ordem ao doutoramento em Teologia Dogmática na Pontifícia Universidade Gregoriana. A investigação para a tese de doutoramento, feita na situação de bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, decorreu de 1972-1977 sobre o tema "A doutrina escatológica do Concílio Vaticano II" e sob a orientação do Prof. Doutor Juan Alfaro.
A investigação exigiu, para além da consulta da biblioteca da universidade, um contacto intenso com o Arquivo do Concílio Vaticano II e da Biblioteca da "Civiltá Cattolica" - visto que as actas do Concílio só então começavam a ser publicadas - bem como com personalidades que participaram na elaboração de documentos conciliares e na sua história (Cardeal Gabriel Garrone, Prof. Charles Moeller, Prof. René Latourelle, Prof. Jean Witte, Prof. Giovanni Caprile). Neste período de tempo teve a oportunidade de contactar profiquamente com os então Profs. Walter Kasper, Joseph Ratzinger e Gustave Martelet, que foram leccionar cursos opcionais à Universidade, tendo frequentado esses mesmos cursos.
Em Dezembro de 1978 apresentou e defendeu a tese de doutoramento intitulada "Esperança cristã e futuro do homem. Doutrina escatológica do Concílio Vaticano II" com a qual obteve o grau de Doutor em Teologia, com a classificação "summa cum laude", da Faculdade de Teologia da Pontifícia Universidade Gregoriana
Quando regressou a Portugal, nesse ano de 1977, dedicou-se à formação no seminário da Diocese do Porto e, sobretudo, ao ensino superior: foi Prefeito no Seminário Maior do Porto; professor de Teologia do Instituto de Ciências Humanas e Teológicas-Porto, no Centro de Cultura Católica do Porto, na Faculdade de Teologia da Universidade Católica (Centro Regional do Porto, nomeadamente) e na Faculdade de Direito da UCP.
Antes da ordenação episcopal, era Director-Adjunto da Faculdade de Teologia da UCP, no Núcleo Regional do Porto, Sócio da Sociedade Científica da UCP e da Associação Europeia de Teólogos Católicos. Colabora nas revistas "Humanística e Teológica", "Communio" e "Theologica".
Nos anos 1980/81 e 1981/82 frequentou o Instituto Americano no Porto para aperfeiçoar os conhecimentos de língua inglesa.
Das suas actividades pastorais, destacam-se: colaborador regular na paróquia de Nossa Senhora da Conceição, no Porto, e na paróquia do Bom Jesus de Matosinhos. Trabalhou com o Movimento de Estudantes Católicos (MCE) e com a Liga Operária Católica (LOC). Trabalhou também na catequese de adultos , na Diocese do Porto e, em colaboração com D. Manuel Pelino, publicou o livro "Catequese par ao Povo de Deus", em 2 volumes.
Na sua vasta actividade docente destaca-se: Professor de Teologia Sistemática no Instituto de Ciências Humanas e Teológicas do Porto a partir do ano lectivo 1977/78 até 1986/87.Professor de Teologia Moral no Centro de Cultura Católica do Porto, a partir do ano lectivo 1981/82 até 1988/89.Professor da cadeira de Mundividência Cristã na Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa a partir do ano lectivo 1984/85.
Professor do Departamento de Teologia Sistemática, a título eventual, na Faculdade de Teologia da Universidade Católica, no Porto, a partir do ano lectivo de 1987/88. Professor auxiliar do Departamento de Teologia Sistemática da Faculdade de Teologia da Universidade Católica, no Porto, a partir de 26 de Janeiro de 1990.
Professor extraordinário de Teologia a partir de 11 de Outubro de 1996.
Professor da cadeira de Antropologia Teológica no Centro de Cultura Católica, no Porto, no ano lectivo de 1994/1995.
Disciplinas, cursos monográficos, cursos opcionais e seminários leccionados ao longo da sua actividade docente.
A primeira iniciação à metodologia da investigação científica e à investigação científica em concreto, realizou-a na Faculdade de Teologia da Pontifícia Universidade Gregoriana através do seminário anual em ordem ao trabalho de licenciatura e do trabalho de dissertação sobre "A penitência em Orígenes e Cipriano de Cartago". Aprofundou-a em seguida através de seminários e cursos monográficos do currículo em ordem ao doutoramento e, decisivamente, através de toda a pesquisa necessária e indispensável à tese de doutoramento.
Essa investigação em ordem à tese de doutoramento - para cuja temática foi despertado pelos desafios da cultura marxista, então muito influente nos meios intelectuais, à fé e esperança cristãs, ao testemunho dos cristãos e à missão da Igreja no mundo - levou-o a uma pesquisa mais intensa nas seguintes áreas que constituem os grandes capítulos da própria dissertação: Antropologia Filosófica e Teológica, Cristologia, Eclesiologia, Teologia da História, Teologia do Progresso, Teologia da Esperança e tudo o que respeita à escatologia estritamente considerada (em autores católicos e protestantes).
O trabalho da dissertação exigiu também a investigação das fontes da história do Concílio Vaticano II (na sua preparação e realização), da história dos principais documentos e, por conseguinte, as Actas do Concílio. Daqui resultou uma área que lhe mereceu especial atenção: o desenvolvimento e hermenêutica do dogma, bem como a hermenêutica teológica em geral.
Desde que concluíu a tese de doutoramento, iniciou a sua actividade de docente e dedicou particular interesse ao aprofundamento das áreas que leccionou: Antropologia, Escatologia e Sacramentalidade da Vida Cristã. Uma das preocupações que enforma quer os cursos leccionados quer os escritos ou conferências, é a questão da identidade e relevância da fé cristã para o mundo contemporâneo com as suas grandes interrogações. Nesse sentido, dedicou-se ao estudo da cultura da modernidade e da pós-modernidade, o fenómeno da secularização e a sua compreensão teológica, de que resultaram os cursos monográficos sobre "Teologia do Mundo", "Natureza, Graça e Cultura" e "Evangelização e Mentalidade Moderna". Ainda nesta perspectiva interessou-se pela compreensão antropológico-teológico da religiosidade popular orientando repetidas vezes um seminário sobre este tema.
Em virtude das actividades do ministério pastoral tem acompanhado com a reflexão teológica alguns movimentos da Acção Católica especializados, concretamente a Liga Operária Católica e o Movimento Católico de Estudantes. Neste contexto insere-se o especial interesse que tem dedicado à reflexão sobre diversos aspectos relacionados com a Teologia do Laicado e sobre o pensamento social da Igreja, tendo orientado, repetidas, vezes um seminário sobre a "Doutrina Social da Igreja: génese histórica e desenvolvimento".
O facto de assumir a leccionação de Teologia Moral no Centro de Cultura Católica do Porto, durante nove anos foi ocasião para dedicar bastante tempo ao estudo e à pesquisa neste campo, muito relacionado com a Antropologia Teológica, interessando-se de maneira particular pela problemática da bioética e da moral social.
De 1989 a 2000, por solicitação do bispo auxiliar do Porto, D. Manuel Pelino, e em virtude de ser professor de Sacramentos de Iniciação Cristã, dedicou-se à Catequese de Adultos, tendo, para isso, aprofundado a temática da iniciação cristã do ponto de vista teológico-pastoral. Colaborou com D. Manuel Pelino na elaboração de um projecto de catequese básica para adultos de que resultou um catecismo em dois volumes, feito por ambos: "Catequese para o Povo de Deus".
Nomeado para Bispo Auxiliar de Braga, com o título de Bladia, a 10 de Novembro de 2000, a ordenação episcopal celebrou-se na sua Diocese Natal, em Vila Real, a 11 de Fevereiro de 2001, na Igreja de Nossa Senhora da Conceição.
No dia 22 de Abril de 2004 foi nomeado Bispo de Viseu.
Desde 2002, assegura a presidência da Comissão Episcopal para o Ecumenismo e a Doutrina da Fé. Foi um dos dois Bispos portugueses presentes no Sínodo dos Bispos, em Outubro de 2005.
Em 22 de Abril de 2006 foi nomeado Bispo de Leiria e Fátima tendo tomado posse em 25 de Junho de 2006.
D. António Marto tem mostrado, quer antes de ser bispo quer como bispo, que é um homem de doutrina, de espiritualidade e de pastoral.

D. Manuel Rodrigues Linda

Nomeado Bispo auxiliar de Braga

O padre Manuel da Silva Rodrigues Linda, reitor do Seminário de Vila Real desde 1982, diocese onde tem actividade nos últimos 25 anos, foi nomeado bispo auxiliar de Braga com o título de Case Mediane.
Nascido a 15 de Abril de 1956 na freguesia de Paus do concelho de Resende e diocese de Lamego,o Padre Manuel Linda cresceu a frequentar o Seminário lamecense, tendo sido recebido no último ano do Curso de Teologia na diocese de Vila Real.

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A conclusão dos estudos teológicos aconteceu no Seminário Maior do Porto em 1980 e, em Junho de 1981 foi ordenado presbítero para a diocese de Vila Real..
Pessoa de fino trato é Homem de Estudo e de Acção, mantendo uma relação privilegiada com os jovens e a sociedade civil.

Licenciado em Humanidades pela Faculdade de Filosofia da Universidade Católica de Braga em 1997 e em Teologia Moral pela Academia Alfonsiana de Roma em 1990, doutorou-se em Teologia Moral pela Universidades de Comillas Madrid, em 1998.
Atualmente, além de reitor do Seminário, o Padre Manuel Linda acumulava as funções de director do Centro Católico de Cultura da diocese de Vila Real, desde 1992, e Vigário Episcopal para a Cultura, cargo para o qual foi nomeando em 2001.

Pertence, também, ao Colégio de Consultores do bispo de Vila Real desde 1982.
Na sua passagem pela diocese de Vila Real, o Padre Manuel Linda foi também capelão, durante três anos, do Regimento de Infantaria 13 e dos Bombeiros da Cruz Verde.
Na sua ligação ao ensino, passou pelo antigo Magistério Primário, Escola Superior de Enfermagem e pelas Secundárias de São Pedro e Camilo Castelo Branco.

Aqui vai encontrar ex-alunos, consagrados ou leigos que foram distinguidos

António Manuel Pires Mosca

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Nasceu em 12.09.1943, em Monte de Arcas, concelho de Valpaços, filho de agricultores.
Fez a instrução primária entre a aldeia de nascimento e a sede da freguesia – Tinhela – ao sabor da colocação dos professores.
Frequentou o Seminário de Vila Real, tendo completado o curso de Filosofia em 1961. Abandonou o Seminário em 1962 e leccionou as disciplinas de Português e Francês no Colégio de Nossa Senhora do Amparo, em Mirandela, durante um ano lectivo.
Em 1964 foi incorporado na Escola Prática de Infantaria em Mafra, onde completou o curso de oficiais milicianos. Serviu como alferes na Guiné, no período de 1965/67.
Em 1967 ingressou na Caixa Geral de Aposentações (anexa à Caixa Geral de Depósitos), tendo exercido, sucessivamente, funções administrativas, técnicas (desde 1976) e directivas (desde 1983). Liderou o processo de reorganização e informatização dos serviços da CGA.Em 1980 matriculou-se em Direito na Universidade de Lisboa e completou o curso em 1985 com a classificação de Bom.
Em 1987 fez pós-graduação em Direito Comunitário na Universidade Católica e no ano seguinte pós-graduação em Técnicas de Gestão Empresarial no ISCTE-INDEG.Em 1993, a convite da Administração da Caixa, integrou a Direcção de Suporte Operacional do banco, tendo-se reformado, como director, em Dezembro de 2004.
Durante a vida profissional participou em inúmeros projectos de âmbito nacional e internacional ligados à área bancária. Já depois de reformado, participou, a convite da Administração da Caixa, num projecto de cooperação bancária entre Portugal e a Argélia.Paralelamente ao exercício profissional, foi redactor do quadro de um jornal diário onde, para além do serviço de agenda, fez recensão de livros, reportagens e manteve, durante algum tempo, uma página semanal de contos com carácter regionalista. Tem colaboração esparsa em alguns jornais e revistas.
Venceu, em 1966, o primeiro prémio nos Jogos Florais das Forças Armadas da Guiné, na modalidade de conto.É membro do Grupo Cultural Aqua Flaviae e do Fórum Galaico Transmontano.
Participou em vários colóquios de âmbito cultural e fez, no Congresso de Medicina Popular de Vilar de Perdizes, uma comunicação sobre Medicina caseira na região de Valpaços. Elaborou para a revista Fórum um pequeno estudo sobre Episódios desconhecidos da guerra civil de Espanha, centrado na ajuda que as gentes do lado de cá da fronteira prestaram aos foragidos espanhóis, durante e pós guerra civil.Em 2011 publicou, através da Editora Cidade Berço, um trabalho etnográfico intitulado QUEM ME DERA NAQUELES MONTES...
Trata-se de uma obra centrada no ano agrícola e as tarefas que o preenchiam, temporalmente localizada nos meados do século XX e geograficamente focada numa aldeia de montanha do concelho de Valpaços. A propósito dos trabalhos da lavoura, faz o percurso das tradições laicas e religiosas, dos usos, dos saberes e dos sabores populares, das pessoas mais típicas ou carismáticas, dos trabalhos e equipamentos comunitários, do cancioneiro, do romanceiro das cantigas das segadas, etc..

Inocêncio Augusto Vidal

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Natural da freguesia de Torgueda do concelho de Vila Real onde nasceu em 26 de Julho de 1933.
Completada a instrução primária , em Outubro de 1944 ingressou no Seminário de Vila Real para prossecução dos estudos, instituição que abandonaria por falta de vocação.
Em Vila Real prosseguiu os estudos eaté completar o antigo curso dos liceus.
Tinha-se matriculado no Ensino Superior quando foi chamado para cumprir o serviço militar, como oficial miliciano.
No fim dessa missão foi colocado no Banco de Portugal, em Braga e mais tarde no Porto.
Já depois de reformado passou a dar colaboração em empresas privadas, como gerente.
Em 15 de Setembro de 2001 apresentou o seu livro de poemas: Inquietude Poética, numa sessão cultural em que também falou do autor o ilustre transmontano Mário Rua Dias, Juiz Desembargador do Tribunal da Relação de Lisboa e com animação musical de Rui Veloso, Paulo Gonzo e Normando Machado, este também ilustre transmontano, como jurista e cançonetista.

Albino Fidalgo Esteves

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Nasceu em Montalegre, em 1937.
Ingressou no seminário de Vila Real em Outubro de 1947, instituição que frequentou até ao curso Teológico , sem o concluir.
Frequentou o curso de Direito em Coimbra que não concluiu porque, foi entretanto convocado para o serviço militar. como miliciano.
Em 1959 ingressou na Escola Prática de Infantaria e mal concluiu o curso foi mobilizado para o Ultramar.
No regresso ingressou na GNR, como tenente.
Começou por ser colocado em Moncorvo e Mirandela. Seguiu a colocação em Chaves. onde permaneceu mais de vinte anos.
Também como oficial superior desempenhou funções no Comando da Brigada Territorial de Évora e em Bragança. Já na parte final da sua carreira passou pelo Comando Geral de Lisboa e finalmente em Penafiel. onde terminou o seu percurso como Tenente Coronel, aposentando se por limite de idade. em 1999.

Manuel Alcino Martins de Freitas

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Nasceu em Souto Maior, concelho de Sabrosa, em 19 de Fevereiro de 1936.
Estudou no Seminário de Vila Real, aí concluindo o curso de Filosofia e o 2.° de Teologia.
Saiu e fez o 7.° ano no Liceu Alexandre Herculano.
Licenciou-se em Ciências Histórico Filosóficas.
Esteve em Angola onde foi Professor do Liceu de Diogo Cão, em Sá da Bandeira.
Também leccionou no Liceu de Chaves, acabando por radicar se em Vila Real, onde foi vice reitor do Liceu e, a seguir ao 25 de Abril de 1974, Presidente do Conselho Directivo.
Por volta de 1980 foi convidado a leccionar na UTAD, pensando, desde logo, no Doutoramento.
Ele que deambulou por Lisboa, Castelo Branco, Chaves e Angola, acabou por singrar perto da sua Terra, erguendo o Departamento do ESE, que resultaria no Instituto Universitário e, posteriormente, na UTAD.
Fez doutoramento sobre os índices e as consequências do alcoolismo em crianças do distrito de Vila Real.
Escreveu vários trabalhos, de carácter histórico, entre os quais Fernão de Magalhães (1980).
O jovem adulto : a idade percebida

Avelino Afonso Gonçalves

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Nasceu em Parafita, freguesia de Veade, concelho de Montalegre, em 14 de Maio de 1943. Aí fez a instrução primária.
Com 12 anos ingressou no Seminário de Vila Real e aí permaneceu até 1962, ano em que completou o 7.° ano.
No ano seguinte matriculou se na Universidade de Coimbra, no curso de Direito que teve de interromper por causa do serviço militar obrigatório.
Prestou serviço no Ultramar, como oficial miliciano até 1968.
Em 1969 recomeça o curso de Direito que termina por alturas do 25 de Abril de 1974, ano em que estagia em advocacia, em Braga.
Logo a seguir opta pela carreira de Magistrado do Ministério Público, começando pela Comarca de Amares, como delegado interino.
Em 1976 é transferido como efectivo para a comarca de Boticas onde permanece até 1978, altura em que foi nomeado delegado auxiliar em Bragança, servindo simultaneamente em Vinhais, Macedo de Cavaleiros e Valpaços e onde não aqueceu o lugar por ter permutado para Braga.
Em 1982 foi para a Covilhã como Procurador da República Interino.
Um ano depois já como Procurador foi colocado em Penafiel.

Padre Delmino Fontoura

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Padre Delmino Fontoura
276 936 257
937 333 330
delminomairos@iol.pt
Delmino Rodrigues Fontoura, nasceu no dia 11 de Novembro de 1936 , na freguesia de Mairos do Concelho de Chaves.
Ingressou no Seminário de Vila Real em Outubro de 1947 onde concluiu o Curso de Teologia, sendo ordenado sacerdote em 11 de Junho de 1960.
É responsável por quatro paróquias Mairos, Paradela de Monforte, Travancas e S. Vicente da Raia.
Membro dos Órgãos Sociais da Cooperativa Agrícola de Chaves CRL
Vice Presidente da Rádio Larouco onde é responsável pelo programa "A pensar no Domingo"
Professor de Teologia na Universidade Sénior de Rotary de Chaves
Dirige o Centro Social Senhor dos Aflitos em Travanca
Organiza e participa em vários Debates de cariz cultural e social

Padre Bernardino Costa

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Natural da freguesia de Alvadia do concelho de Ribeira de Pena.
Foi dos professores do Seminário de Vila Real que mais marcou pela sua simpatia, humanidade e probidade os alunos que com ele lidaram.
Foi o responsável pelas ementas e pela cozinha e mais tarde seria o responsável pelo acompanhamento na doença de todos os alunos a quem medicava com carinho e dedicação e aplicava os tratamentos adequados, nomeadamente em gripes e constipações (tintura de iodo na garganta).
Foi professor de História, não seguindo o palhacento Fortunato de Almeida e " apresentando-se como um monárquico assumido de cariz absolutista e um sonhador da restauração da monarquia.
Quem não se recorda daquela frase " De Pedro IV, D Manuel II morreu sem deixar descendência e extinguiu-se a linha liberal..... já de D Miguel temos o nosso Rei D Duarte Pio, Duque de Bragança, que, se Deus Nosso Senhor quiser, há vir a ser o Rei do Nosso Portugal.
Foi também o professor de Física , Química e Química Orgânica.
Todos quantos o tiveram por professor e enfermeiro sistemático sentem um carinho especial quando o recordam.

Mons. João Gonçalves Costa

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João Gonçalves da Costa, nasceu na freguesia de Donões, do Concelho de Montalegre, em 30 de Setembro do ano de 1917 e era o mais velho de cinco irmãos.
Em Outubro de 1933 entrou no Seminário de Vila Real.
Concluiu o o curso de Teologia em Junho de 1943 , sendo ordenado presbítero em 1.8.1943, celebrando a Missa Nova na sua aldeia natal em 7 de Agosto desse ano.
Foi coadjutor de S. Vicente da Chã até Junho de 1944, ano em que foi nomeado pároco de Tourém e Pitões, até Março de 1947.
Em Tourém desenvolveu a sua actividade missionária fazendo voltar á Igreja Católica mais de 200 fiéis que haviam aderido ao protestantismo durante a guerra civil de Espanha, por influencia de um militar britânico.
A partir de 1946 como o curso dos Seminários passou a ser de doze anos foi chamado ao Seminário para professor e prefeito do Seminário.
Ensinou Português, Latim, Matemática e Questões Complementares de Ciência e Ciências Naturais.
Entre 1953 e 1967 exerceu as funções de ecónomo.
De 1962 a 1966 foi também capelão militar no Regimento. Infantaria.13, de Vila Real, aí construindo e a primeira capela dessa Unidade Militar.
Simultaneamente (e durante 20 anos) foi capelão do lugar da Veiga, freguesia da Cumeeira, concelho de Santa Marta de Penaguião onde reconstruiu a velha Capela de N.a Sra. da Conceição.
Bastante viajado aproveitou para se actualizar em cursos, encontros, colóquios, e congressos.
Por volta de 1970, o Bispo de Vila Real convidou o a fazer uma nova freguesia, com os quatro bairros mais pobres da cidade de Vila Real.
Assim nasceu a Paróquia de N.a Sr.a da Conceição que em 30 anos se transformou na maior freguesia da cidade e a que ficou indelevelmente ligado pela construção da monumental Igreja de Nossa Senhora da Conceição.
Construiu uma Igreja, ampla e moderna, com 40 metros de comprimento por 40 de largo e igual medida em altura. com capacidade para três mil pessoas e um salão com capacidade para duas mil e diversas outras instalações para fins diversas da actividade pastoral.
Foi colaborador dos jornais: Novidades, A Voz de Trás os Montes,Ordem Nova, Infantaria do Marão, Ecos do Marão e Diário do Minho, O Povo de Barroso e escreveu Montalegre e Terras de Barroso", uma monografia editada pela Câmara Municipal de Montalegre em 1968 e reeditada (2.ª edição) em 1984.
A Santa Sé atribuiu-lhe o honroso título de Monsenhor, cargo com que o Santo Padre distingue os melhores servidores da Igreja que não são elevados à dignidade do bispado.
Por sua vez, a Câmara Municipal de Vila Real muito justamente reconheceu o seu trabalho em prol da cidade e galardoou-o, em cerimónia pública, com a Medalha de Ouro da cidade.
Homem austero, de poucos sorrisos, mas de riso largo e aberto quando o caso dava para a brincadeira, exigente, trabalhador incansável
Pelo exemplo, pela dedicação, pela fé, pela sabedoria, pela humildade, pela forma extraordinária como soube desempenhar o sublime cargo de ministro do Senhor, por tudo aquilo que jamais esquecerão os que com ele de perto privaram é um das mais ilustres e prestigiadas pessoas da GENTE DA NOSSA CASA

Valdemar Cardoso Alves

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Nasceu em Santa Valha, concelho de Valpaços em 1936.
Ingressou no Seminário de Vila Real em Outubro de 1947 para prosseguir os estudos , acabando por sair alguns anos depois
Radicou-se em Águeda onde desenvolveu toda a sua actividade.
Foi o primeiro Presidente da Câmara Municipal de Águeda eleito no regime livre e democrático funções que desempenhou entre Janeiro de 1977 e Janeiro de 1980
Enquanto Presidente do Município preocupou-me muito ir ao encontro da satisfação das ambições das populações e satisfação das necessidades básicas, numa altura em que tudo estava por fazer -abastecimento de água, introdução de luz e acessos rodoviários.
Foi deputado pelo Circulo de Aveiro entre 3.1.1980 e 03.11.1991
Foi Presidente dos Bombeiros Voluntários de Águeda
É uma pessoa prestigiada na cidade que serviu.

Padre Bernardo Gonçalves

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Nasceu em Paradela do Monte, freguesia de Louredo, concelho de Santa Marta de Penaguião, em 2.9.1924.
Ingressou no Seminário de Vila Real em Outubro de.1936 e concluiu o curso teológico em 1949.
Após a ordenação sacerdotal em 12.3.1950, permaneceu sempre no Seminário., vindo a ser professor de várias disciplinas e Prefeito dos cursos de Filosofia e Teologia.
Com a chegada à Diocese do Bispo D. António Cardoso Cunha seria dispensado do serviço do Seminário e colocado na Secretaria Episcopal.
Secretário da Câmara Eclesiástica e membro do Tribunal Eclesiastico, pároco de Arroios, Assistente dos Bombeiros da Cruz Branco e Capelão do Lar Nossa Senhora das Dores donde , todos os domingos era proferida a sua homilia através da Rádio Voz do Marão.
Era uma figura muito respeitada e conceituada na cidade de Vila Real, muito alegre e bem disposto , irradiava de simpatia e sempre foi um amigo especial dos alunos .
Dotado de grande sensibilidade , improvisava sonetos com grande perfeição , sonetos que foram recolhidos pela amigo Padre Minhava e publicados em IN MEMORIAM.

Padre João Ribeiro Parente

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Nasceu em Águas Santas, freguesia de São Tomé do Castelo, Vila Real, em 13 05 1932.
Em 1957 terminou o Curso Teológico no Seminário de Vila Real.
Fez a licenciatura em Teologia na Universidade Católica (Porto).
Do seu vasto e rico percurso, quer como padre, quer como professor e investigador constam os seguintes elementos:
Como sacerdote:
Pároco nas freguesias de Pensalves, Afonsim e Parada de Monteiros, concelho de Vila Pouca de Aguiar, desde 1957 a 1963; em Andrães, concelho de Vila Real, desde 1963 a 1967: em Provezende e São Cristóvão do Douro, concelho de Sabrosa, desde 1967 a 1969: em Vila Marim e Mondrões, concelho de Vila Real, desde 1971 até ao presente ano. acumulando o cargo de pároco em Parada de Cunhos, no mesmo concelho de Vila Real, desde o ano de 1988.
Como professor:
Professor de Português e História no Colégio Particular de Vila Pouca de Aguiar, desde 1959 a 1964;
Professor de Inglês no Colégio Particular de Sabrosa. desde 1964 a 1969;
Professor de Inglês no Seminário de Vila Real, desde 1969 a 1985:
Professor de Moral na Escola Preparatória Diogo Cão, Vila Real, desde 1975 a 1980.
Outros:
Sócio da Sociedade Portuguesa de Numismática, desde 13 02 79, n.° 2087:
Delegado do IPPC no Distrito de Vila Real desde 1980 a 1985;
Presidente da Comissão de Arte Sacra da Diocese de Vila Real. desde a sua instituição. no ano de 1991:
Presidente da APAC, no concelho de Vila Real, desde 07 10 1983:
Membro Correspondente da Academia Portuguesa da História desde 20 de Março de 1996. com o número 346;
Consultor Cultural da Câmara Municipal de Vila Real, na área de Museologia, desde 04 08 95, com o encargo de criar o Museu, cujo acervo doou;
Director do Museu desde 1995.
Missões:
Realizou o Inventário da Arte Sacra nos concelho de Alijó e Boticas, por incumbência do IPPC, e está a inventariar os cruzeiros do Distrito de Vila Real para os Monumentos Nacionais;
Fez inúmeras conferências sobre o Património Arqueológico e Artístico do Distrito em quase todas as Escolas Secundárias e Liceus do Distrito, bem como em diversas Universidades e Congressos;
Esteve à frente da construção ou dos restauros realizados nas igrejas ou capelas das seguintes localidades: Afonsim, Reguengo, Provezende. São Cristóvão, Vila Marim, Agarez, Arnal, Quintela, Senhora da Paz (Vila Marim), Mondrões, São Roque (Mondrões), Quintelas, Sapiães, Bisalhães, Parada de Cunhos, Relvas e Granja. Por sua intervenção e a seu pedido que fez o restauro da Torre Medieval de Quintela.
Obras Publicadas:
Seminaríada, poema herói cómico (versando a educação nos seminários nos anos quarenta e cinquenta), Vila Real, 1987, 200 págs.;
Museu de Vila Real, Tomo 1, as Moedas (Catálogo, onde se descrevem 5.500 moedas, cujo núcleo é constituído por exemplares romanos, além de alguns gregos, cartagineses, ibéricos, luso romanos, hispano romanos, visigóticos e bisantinos), edição da Câmara de Vila Real, 1997, com cerca de 700 páginas;
Tesouro Monetário de Ribeira de Pena (Bronzes do Séc. IV), edição da Câmara Municipal de Ribeira de Pena, 1997, com cerca de 100 páginas.
Moedas Romanas do Museu da Cidade da Guarda, edição do Instituto Português dos Museus, com cerca de 100 páginas;
Cruzeiros do Distrito de Vila Real, edição das Câmaras Municipais do Distrito de Vila Real, com cerca de 400 páginas.
: História da Virgem Maria (poesia), com cerca de 100 páginas;
Escalada (poesias), com cerca de 100 páginas.
Artigos em revistas ou jornais: Descoberta de uma Sepultura Romana em Vila Marim, em "A Voz de Trás os Montes", Ano XXIX n.° 1384, Vila Real, 06 02 1976; Dois Tremisses Inéditos de Vila Pouca de Aguiar, in "Nummus", 2.a série, Volume II, Porto, 1979, págs. 93 a 97; Subsídios Inéditos para a História de Três Minas, in "Actas do Seminário de Arqueologia do Noroeste Peninsular", Revista de Guimarães, Vol. IlI, Guimarães, 1980, págs. 131 a 140; Tesouro Numismático do Reguengo (Vila Pouca de Aguiar), in "Revista de Guimarães", Vol. XCII, 1982, págs. 231 a 314; Douro em Ouro, sobre a seca visigótica de Aliobrio, em "O Alto Douro Cultural", Ano 1, n.° 2, Setembro de 1983; Tesouro de Denários de Mosteirô (Vila Real), in "IV Encontro de Numismatas", Sociedade Martins Sarmento, Outubro, 1983, Guimarães, 1984, págs. 90 a 116; Ara Votiva a Jzípiter, estudo feito para a "Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia, na Faculdade de Ciências do Porto", Porto, 1985, págs. 168 170; A Estátua Estela do Marco (Vreia de Jales, Vila Pouca de Aguiar), trabalho de parceria, em "Portugália", Nova Série, Vol. XV, 1994, págs. 147 a 153; Tesouro Numismático de Santulhão, Concelho de Vimioso, in "Brigantia", revista de cultura, Vol. XIV n.° , Bragança, 1994, págs. 37 a 86, e Vol. XV n.° 1, Bragança, 1995, págs. 181 a 284; A igreja matriz de Vila Real, e seu restauro, in "Tellus", revista de cultura transmontana e duriense, n.° 24, Julho de 1995, págs. 34 a 43. Cerca de 300 poesias em semanários locais.

Arq. Fernando Pinto Sousa

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ARQUITECTO Fernando Pinto de Sousa.
Nasceu em de Vilar de Maçado, concelho de Alijó no dia 15 de Novembro de 1926 , sendo o filho mais novo de José Pinto de Sousa, homem bem remediado médio agricultor e com casa no Largo da Fonte, junto do tanque comunitário de Vilar de Maçada onde se dedicava à exploração de uma mercearia , tendo ainda uma encadernadora e sendo armador das festas religiosas.
Fernando Pinto de Sousa tocava o violino e recorda com prazer esses tempos vividos com os irmãos em Vilar de Maçada.
Ingressou no Seminário de Vila Real em Outubro de 1939 para prosseguir os estudos, sendo colega do saudoso Padre Secundino que foi Director Espiritual durante muitos anos.
Após a sua saída do Seminário acabaria por se licenciar em Arquitectura e radicar-se na Covilhã.
O arquitecto suspirava por desenhar obra séria - e, para lá do Marão, nos finais da década de 50, não abundavam as hipóteses de pôr à prova a competência de projectista e acreditava que capital dos lanifícios de qualidade, terra mais rica do que as agrestes paragens de Trás-os-Montes, conseguiria a tão desejada encomenda para lhe encher a alma de orgulho.
Encontrou lugar como professor no liceu local, mas acabou por perder a felicidade do lar com a separação ficando o filho José Sócrates, primeiro ministro de Portugal a seu cuidado.
Foi desde sempre apaixonado pelo cinema, música, poesia, filosofia, e simpatia pela vida de figuras históricas, disciplinas para as quais tentou cativar os filhos.
O arquitecto Fernando Pinto de Sousa, membro de uma família de notáveis liberais começou a ter empenhamento político e cívico ainda nos tempos da ditadura ao acompanhar as iniciativas da Sedes.
Devido à sua competência o GEPI entregou a Pinto de Sousa, de 1996 a 2002, a fiscalização das seguintes obras: postos da GNR de Teixoso (1996), Covilhã (1996), Seia (1997) e Fornos de Algodres (1997), parque de manobras da Direcção--Geral de Viação de Viseu (1998), posto da GNR de Aguiar da Beira (1999), esquadra da PSP de Gouveia (1999), quartel da GNR de Viseu (1999) e posto da GNR de Vila Nova de Foz Côa (2001).
É uma pessoa discreta, que passa despercebida à maior parte dos covilhenses. Próximo da sua residência fica uma praça de táxis e um café, onde poucas pessoas o conhecem.

José Serafim Alves Sousa

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Natural da freguesia de Vilamarim do concelho de Vila Real onde nasceu em 1938
Ingressou no Semináio de Vila Real onde fez o curso de Teologia.
Ordena do sacerdote foi colocado na freguesia de Valdanta do concelho de Chaves , tendo então leccionado no Liceu de Chaves.
Ingressou na Força área como capelão militar onde permaneceu durante seis anos tendo participado activamente nas acções psicológica e moral Cristã.
Licenciou se em Filologia Clássica e suspendeu a actividade religiosa , dedicando-se ao Ensino, leccionando Latim, Grego, Filologia e Português.
Foi Presidente do Conselho Directivo da Escola Secundáriade Bragança,
Presidente do Conselho Directivo da Escola. Secundária de Benfica.
Orientador de estágios e trabalhou cinco anos na reforma educativa.
Foi dirigente da Casa de Trás os Montes e Alto Douro em Lisboa.
È um dos grandes dinamizadores da Fraternitas Movimento, de que é Presidente da Direcção e que associação privada de fiéis, constituída por Padres dispensados do exercício do Ministério, casados ou não, e suas esposas ou viúvas, com estatutos foram aprovados pela Conferência Episcopal Portuguesa em Maio de 2002.
Na qualidade de padre dispensado do exercício ministerial é um dos porta bandeira do direito da mulher ao sacerdócio e da abolição do celibato , tendo organizado e participado em vários congressos e debates que a associação Fraternitas Movimento vem patrocinado.

Anibal Augusto S. Ferreira

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Nasceu em 14 de Dezembro de 1942, em Pegarinhos, Alijó.
Ingressou no seminário em Outubro de 1953 onde permaneceu até Junho de 1962, data em que abandonou .
Cumpriu o serviço militar no Ultramar como oficial miliciano.
Licenciado pela Universidade do Porto em Filosofia e em Ciências Pedagógicas
Foi director das Escolas Preparatórias de Mesão Frio (1971/1974) e de Alijó (1974/75).
Eleito Presidente da Câmara Municipal de Alijó em 1980 , exerceu com zelo e competência as funções inerentes.
Exerceu as funções de Presidente da Direcção da Adega Regional de Pegarinhos.
Licenciou-se, mais tarde, em Direito e actualmente é advogado na comarca de Alijó

Maximino Barbosa de Sousa

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Nasceu em Ribeira de Pena e, após concluída a instrução primária, ingressou no Seminário de Vila Real em Outubro de 1955 para prosseguir os estudos e dedicar-se à Igreja de Cristo.
Concluído o curso de Teologia , recebeu as ordens de presbítero e foi designado secretário do Bispo de Vila Real.
Leccionou no Seminário e no Liceu Camilo Castelo Branco.
Com o advir do 25 de Abril assumiu como valores primordiais da Igreja a liberdade, fraternidade, solidariedade e igualdade, entre todos os Homens.
O seu jeito de ser padre era o de um menino, atrevido, indomável, alegre, gaiato, solidário, desprendido, pobre, comprometido, com os ideais de Cristo e a vida dos fiéis.
Nas suas homilias falava das grandes desigualdades sociais e da necessidade de nivelar por cima .
Achava importante o combate á fome e ao analfabetismo para uma sociedade mais justa e equilibrada, no que não foi acompanhado nem protegido pela comunidade cristã.
Pelos seus ideais empenhou-se na escolarização de adultos, desenvolvendo um excelente trabalho de alfabetização nas aldeias junto de Vila Real, sempre obedecendo aos ensinamentos da Bíblia Sagrada.
O Povo ouvia-o e seguia-o, o que lhe valeu o epíteto de comunista e de defender não as palavras de Cristo mas a cartilha da extrema esquerda e traçou o seu destino fatal quando aceitou ser candidato, integrando como independente uma lista, á Assembleia da República.
Morreu, vítima de um atentado, aos 33 anos, com a mesma idade com que o seu Mestre tinha sido morto há muitos e muitos anos atrás e quando regressava do seu trabalho de apoio ao desenvolvimento das comunidades locais.
A cidade de Vila Real acolheu dezenas de milhares de pessoas, vindas de todos os pontos do País para o último adeus ao Padre Max.
Teria sido um mártir da Igreja se a sua morte acontecesse num país da América Latina, acontecendo na democracia europeia a sua morte rapidamente foi esquecida e a sua vida foi em vão!

Alberto Lourenço Pereira

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Natural de S Cibrão da freguesia de Andrães do concelho de Vila Real, ingressou no 4º ano do Seminário de Vila Real em Outubro de 1931, tendo com o colega de ano o Padre Avelino de S Martinho de Anta.
No Seminário de Vila Real concluiu o curso teológico
Licenciado pela Universidade de Comillas, foi um mestre em Latim e Grego ao longo de vários anos quer no Seminário de Vila Real quer no Colégio da Boavista em Vila Real.
Para além de um professor interessado e dedicado era uma pessoa de uma dimensão humana do tamanho do mundo, tendo em cada discípulo um amigo que lhe confiava as suas preocupações e queixumes de natureza pessoal ou do sistema rígido da clausura e que ele sempre ouvia com muita atenção e com uma palavra de animo.
Foi certamente dos professores das décadas de cinquenta e sessenta que mais , marcou as várias gerações pelo seu saber, compreensão e humanidade.

Artur Monteiro Couto

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Nasceu no dia 13 de Maio de 1934 na aldeia de Sapiãos, concelho de Boticas, onde permaneceu até fazer a instrução primária.
Em 1947 continuou os seus estudos no Seminário de Vila Real, onde veio a concluir o Curso de Teologia. , em 22 de Junho de 1959 sendo ordenado presbítero.
Iniciou a sua actividade profissional em Boticas, tendo sido, em 1960, co fundador do Colégio de Nossa Senhora da Livração, onde leccionou as disciplinas de Português e Francês durante alguns anos, passando, anos depois, a leccionar na Escola Profissional das Minas da Borralha.
Em Setembro de 1964 foi convidado pelo Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira para trabalhar na Paróquia de S. Jorge de Arroios, em Lisboa e, a partir dessa altura, sempre exerceu diversas funções e residiu na Capital.
É Licenciado em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa, fez o Curso de Ciências Pedagógicas na Faculdade de Letras de Lisboa e o segundo ano do Curso de Direito na Universidade Clássica de Lisboa.
Frequentou Cursos Superiores da Língua Francesa na Alliance Française de Lisboa e Paris, e em PAU, sob a direcção das Universidades de Bordeaux et Toulouse.
Foi capelão da Marinha Mercante, tendo visitado São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Canárias e Madeira.
Na área do Marketing, fez diversos cursos de Relações Públicas em Lisboa e na Suíça
Na área do jornalismo,
1. em 1961 começou a colaborar em «A VOZ DE CHAVES» com artigos que hoje são documentos importantes para a História da emigração na década de sessenta;
2. em 1969, em Lisboa, contribuiu para a fundação do Notícias de Trás os Montes, propriedade da Soc. Rep. Cancela, tendo como Director o ilustre transmontano, Dr. José Timóteo Montalvão Machado e mais tarde o Dr. Vítor Direito e o Dr. Afonso Praça, sendo colaborador permanente.
3. Escreve ainda no Jornal dos Reformados, de expansão nacional, no Amadora Sintra e no Ecos de Boticas.
Na área da Educação,
Para além da actividade académica desenvolvida na sua terra natal, no Colégio de Nossa Senhora da Livração o Dr. Artur Couto foi professor em diversas escolas da Capital , nomeadamente no Liceu Pedro Nunes.
Foi Director da residência universitária Honório Barreto, da Procuradoria dos Estudantes Ultramarinos,
chefiou uma Delegação de Estudantes a Moçambique, em 1968;
exerceu funções docentes em diversos estabelecimentos de ensino públicos e privados
Pertenceu à Direcção da Associação de Solidariedade Social dos Professores, com dimensão nacional.
Foi assessor e Director de Relações Públicas da Universitária Editora, tendo trabalhado com grandes figuras da cultura portuguesa no campo editorial e artístico.
Na CASA DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO, em Lisboa, fez parte dos Corpos Directivos, durante vários mandatos, tendo se notabilizado a sua acção dinamizadora nas Romarias Transmontanas, em plena Capital, em 1965 e 1966, onde esteve bem viva a cultura da Província.
SAPIÃOS foi a grande beneficiária dos seus predicados; que, em 1963 tinha electricidade, escola nova, depósitos de água para regar os campos, telefone e novas ruas projectadas.
Sapiãos é, efectivamente, a aldeia do Concelho de Boticas que mais tem progredido e a sua população homenageou o conterrâneo dando o seu nome à rua principal.
Obras
Está a coordenar a publicação de um livro sobre as Fontes Históricas do Concelho de Boticas.
HISTÓRIA DO ENSINO E DA CULTURA NO CONCELHO DE BOTICAS" onde descreve e documenta o que do tempo da cultura castreja até aos nossos dias de mais significativo em termos culturais se passou na região do vinho dos mortos.
O CÉU DA MINHA ALDEIA", onde a aldeia é Sapiãos, e o Sol é o mesmo que ilumina a terra inteira, visto nas mais sedutoras perspectivas.:
"Tudo Convida ao Sonho",
A doçura da Natureza",
"É assim o Céu de Sapiãos" ,
"Mar de fogo na Atalaia" ,"
Pôr do Sol no Leiranco", "
Trovoada", "
A beleza caída do Céu", são uma verdadeira obra prima, saída da pena do Dr. Artur Couto
Em Junho de 1998 apresentou o livro: Património histórico de uma aldeia transmontana: Sapiãos

Mojns. Salvador Parente

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Nasceu em Águas Santas, freguesia de S. Tomé do Castelo, concelho de Vila Real, em 1.2.1934.
Ingressou no Seminário de Vila Real em 1944 e concluiu o curso Teológico em 1956.
Logo nesse ano foi prefeito e professor de Latim, Matemática e Educação Física, no Seminário Diocesano de Figueira da Foz (até 1958). Foi ordenado em 1958 e desde esse ano até 1967 foi pároco de Vale de Nogueiras (Panóias).
Em 1962, com a abertura do Externato Liceal Fernão de Magalhães, em Sabrosa, foi nomeado Prof. de Matemática, Físico Químicas e Educação Musical.
Em 1967 foi nomeado pároco de Vilarinho de S. Romão.
Dois anos depois (1969) foi transferido para a Paróquia de Provesende e S. Cristóvão do Douro (que lhe era anexa).
Em 1972 foi nomeado Professor Oficial de Educação Musical e de Português.
Em 1973 frequentou a Universidade Católica de Braga.
No ano seguinte pede a transferência para a Faculdade de Filosofia do Porto, obtendo o bacharelato, em 1976.
Em 1977 fez estágio para o Magistério do 1.° grupo, na Escola Preparatória Diogo Cão, de Vila Real.
Em 1978 termina o estágio e passa a prof. efectivo do 1.° grupo na Escola de Tabuaço.
Em 1979 transita para a Escola Preparatória Ferrão de Magalhães, em Sabrosa.
Nesse mesmo ano conclui a licenciatura em Filosofia (9.7.79).
Em 1984 é nomeado pároco da Freguesia de Andrães, em Vila Real e passa a Prof. efectivo do 1.° Grupo da Escola Mon. Jerónimo Amaral, ensinando Português.
Em 1985 funda e coordena o jornal escolar: A Garotada, da responsabilidade organizativa do Clube Etnográfico.
Em 1995 aposentou se do ensino e foi nomeado pároco de Abaças (anexa a Andrães).
Em 1997 passa a leccionar Português no Seminário de Vila Real.
No mesmo ano foi elevado à dignidade de Monsenhor.
É autor das seguintes obras:
Cancioneiro Transmontano 1 Cantigas da Roda Ed. C.M. Vila Real 1 Tem preparados: II Cancioneiro Agrícola e III Miscelânea), 1989;
Contos tradicionais transmontanos, 1993;
Cantares do Marão, 1994;
Rudes Penedias (recolha de tradições, costumes e expressões idiomáticas regionais que vem fazendo desde 1991 e que está a ser publicada pela Telhes. serviços Municipais de Cultura).
Tem várias obras inéditas, mas já tituladas:
Justiça dos Homens
O Emigrante;
Mais um copo;
Onde há galo e canta a Galinha;
um médico distraído;
A Mourinha de Provesende;
Quadros Infantis;
O Tanha;
Tem colaboração assídua na imprensa regional e fez inúmeras palestras, debates, colóquios, sobre cultura popular transmontana.
No campo social lidera o Centro Social e Paroquial de Andrães que presta apoio social a idosos, nomeadamente apoio domiciliário.

Alipio Martins Afonso

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Nasceu em Mairos, concelho de Chaves, em 4.1.1932.
Fez o curso completo de Teologia, no Seminário de Vila Real.
Foi pároco das freguesias de: Fontelas (Régua), Oliveira (Mesão Frio) e Madalena (Chaves), entre 1957 e 1969.
Depois licenciou-se em História pela Universidade do Porto.
Foi professor do ensino secundário, por muitos anos.
Fundou e ajudou a fundar, diversas associações culturais, quer em Mairos, quer em Chaves.
Promoveu as primeiras Jornadas culturais do Alto Tâmega
Juntamente com outros, também em 1988, fundou a revista Aquae Flaviae
Publicou os seguintes livros:
Fontelas perfil monográfico (1979), c/160 pgs;
Folclore do Alto Tâmega, in Aquae Flaviae;
Terrras de Ervededo, c/120 pgs;
Conheça Chaves e o seu termo.

Dr. José Joaquim Morais Caldas

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Nasceu em Montalegre, em 5/7/1927.
Em 1940 ingressou no Seminário de Vila Real, completou o 6.° ano
Desistiu por falta de vocação e ingressou no Colégio da Boavista em Vila Real onde concluiu o ensino liceal.
Após ter terminado o serviço militar obrigatório, cursou a Escola do Magistério Primário de Vila Real, tendo concluído o curso em 1952.
Concorreu ao Distrito do Porto, onde leccionou em várias escolas do distrito.
Fez parte da Delegação Escolar de Felgueiras.
Em 1972 frequentou o curso para Directores Escolares em Lisboa com aproveitamento.
Foi nomeado Subdirector Escolar do Distrito Escolar de Viana do Castelo.
Exerceu em comissão de serviço na Direcção Escolar de Vila Real a fim de colaborar na organização da mesma após grande incêndio.
Em 1977 foi colocado na Direcção Escolar do Porto tendo a seu cargo a Acção Social Escolar do Ensino Primário do Distrito do Porto.
Em 1997 atingiu a reforma.
Faz parte da Mesa da Santa Casa da Misericórdia de Felgueiras.

Dr. Domingos Dias Baptista

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Natural de Vila da Ponte, concelho de Montalegre onde nasceu aos 2.6.1939. Ingressou no Seminário de Vila Real em 1947 onde permaneceu durante sete anos . Prosseguiu a sua formação académica em Braga no Colégio D. Diogo de Sousa.
Esteve na Guiné no cumprimento do o serviço militar obrigatório na Guiné, entre 1964/1966Licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Coimbra e foi professor no Liceu Leiria, cidade onde exerce a advocacia , sendo conhecido como o advogado dos mais necessitados , aceitando causas em várias comarcas do país.

Dr. José Dias Baptista

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Nasceu em Vila da Ponte, concelho de Montalegre, em 24.7.1941.
Frequentou o Seminário de Vila Real.
Após a sua saída concluiu o curso do Magistério Primário e mais tarde a licenciatura na área do ensino.
Seguiu a Carreira Técnica Superior da Inspecção Geral da Educação onde foi Inspector Principal.
É membro da Academia Portuguesa de História.
Obras
Antologia da Poesia Contemporânea. de Trás-os-Montes e Alto Douro, Carlos Loures, 1968
Cadernos Para o Degelo, 1978 (poesia);
Poesia dos Aléns,
Grupo Luso Galaico Dólmen, 1993; Roteiros do AltoTâmega, 1994 (prosa).
Terra Fria Poemas, 1963 Esgotado;
Os Castros do concelho de Montalegre 1989; 2a edição 1992; Camilo e Barroso 1990 Esgotado;
A Via Prima 1990 Esgotado;
Chaves na Obra de Camilo 1991 Esgotado;
O País Barrosão os Termos 1991 Esgotado;
DBI Praesidium et Caladunum 1992 Esgotado;
O País Barrosão Os Castelos 1992 Esgotado;
A Questão de Salto 1992 Esgotado;
Os Caminhos Medievais de Barroso 1993 Esgotado;
O País Barrosão Os Rios 1993 Esgotado;
Limiar Poemas 1993;
Memorial Poemas 1994 Esgotado;
O Poeta Saudade 1994 Esgotado;
Três Venerandas Pias Baptismais 1996;
O que foi a Roma 1996 (folclore);~
O Castelo de Montalegre 1996 Esgotado;
D. Pero Gomes Barroso, Trovador de Boticas. 1998 Esgotado;
D. Martim Pais "de Regavão", Quem foi? 1997 Esgotado;
Memórias de Tempos Esquecidos 1999 (Contos):
Barroso Restaurado 2000
Cancioneiro Popular de Barroso 2000, 1.° Volume

Mons. Ângelo Minhava

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Monsenhor Ângelo do Carmo Minhava, nasceu no lugar da Misericórdia, freguesia de Ermelo, é um dos mais notáveis mondinenses e um dilecto filho adoptivo de Vila Real desde 1931.
Ordenado sacerdote, a 19 de Dezembro de 1942, com 23 anos de idade, o Padre Minhava, já nascido com dotes artísticos e culturais e que mais tarde se revelaram fora do comum, foi convidado, pelo saudoso bispo D. António Valente da Fonseca, para leccionar no Seminário: Latim, Literatura, Francês e Música.
Mais tarde leccionou no Liceu Camilo Castelo Branco, Escola Comercial e Industrial, Escola do Magistério e Instituto Politécnico.
Na condição de autodidacta, estudou as Línguas Alemã e Russa, tendo chegado a traduzir algumas obras.
Poliglota de renome, os seus artigos de Critica Literária e Musical, linguística e Filologia em revistas e jornais, são numerosos.
Como musicólogo, dirigiu o Orfeão do Seminário, do Liceu Camilo Castelo Branco, da Escola Comercial e Industrial e do Instituto Politécnico, hoje UTAD.
Musicou letras de muitos poetas e poetisas de todo o País, incluindo Madeira e Açores.
Como escritor, merece realce:
Escreveu em todas as áreas literárias destacando-se
Na poesia, ", poema herói-cómico-lírico, a " Cabrilada
No teatro: " A Bengala Milagreira" , "A Feira dos Pucarinhos" e "Recitativos" (alguns em francês e e em castelhano);
Na Linguística: " Venha comigo à Lua" e "Aleo Aleo - quem adivinha?" ;
Na Cultura Religiosa e Histórica, destaque para "Veja se Sabe" ( Diálogos com um estudante, sobre Cristianismo e Materialismo)
Autor de muitas Música de várias Marchas, realço: a de Vila Real, a de Mondim de Basto, Arrabães, Sabrosa, Mesão Frio, Cerva e Santa Marta de Penaguião.
É um prazer cumprimentá-lo, na sua modéstia exagerada e simplicidade natural que fazem dele um HOMEM do tamanho do mundo !!!

Professor Doutor Mário Vilela

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Mário Augusto do Quinteiro Vilela nasceu em Vilarinho de Samardã do concelho de Vila Real no dia 2 de Janeiro de 1934 é hoje um dos maiores linguistas portugueses.
Ingressou no Seminário de Vila Real no ano de 1945 e viria a concluir o curso em 1957
Licenciou-se em Filologia Românica, entre 1963 e 1969, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, passando a exercer a docência na Faculdade de Letras da Universidade do Porto desde 1970.
Fez o seu doutoramento na Universidade de Tübingen, na Alemanha, em 1978, em que obteve a máxima classificação com a dissertação "Lexikaliche Semantic - Wortfeltheorie. Theorie und Anwendung auf dem Portuguiesiechen" (= Léxico da simpatia)
Fez Provas de Agregação na Universidade do Porto em 1981, data a partir da qual passou a ser professor Catedrático , tendo-se jubilado em Janeiro de 2004.
Foi director e coordenador do Centro de Linguística da Universidade do Porto, sendo conselheiro científico de várias revistas e membro de diversas associações científicas internacionais, nomeadamente a Societé de Linguistique et Philologie Romane, a Associação Portuguesa de Linguística e a Associação Portuguesa de Tradutores.
Enquanto docente na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Mário Vilela foi, inúmeras vezes , convidado a leccionar em vários cursos de licenciatura, mestrado e doutoramento desenvolvidos em universidades portuguesas (Universidades de Lisboa, de Évora, de Trás-os-Montes e Alto Douro, dos Açores, da Madeira, Universidade Católica) e estrangeiras (na Alemanha, em Espanha, no Brasil, em Moçambique e em Macau).
Obra Publicada
A sua vasta e preciosa obra bibliográfica atesta um perfil científico muito polifacetado, versando áreas como a linguística românica, a linguística portuguesa, a lexicologia e a lexicografia, as terminologias, a linguística geral e, mais recentemente, a linguística cognitiva.
Mas foi sobretudo na aplicação do modelo da Gramática de Valências à língua portuguesa que o nome de Mário Vilela se tornou verdadeiramente incontornável e fundamental enquanto alternativa teórica à gramática generativa.
Destacamos
"Clérigo e Leigo: Estudo Semasiológico e Onomasiológico" (Poitiers, 1977)
- "Alma Nacional: Revista republicana", linguagem e ideologia (Porto: Livraria Civilização,1977)
- " Léxico da Simpatia" (Lisboa: INIC, 1978)
- "Estruturas Léxicas do Português" (Coimbra: Almedina, 1979)
Problemas da Lexicologia e Lexicografia (Porto: Liv. Civilização, 1979)
Gramática de Valências Teoria e Aplicação ao Português" (Coimbra Almedina, 1980)
La Formation des Mots (Porto : Brasília : Assoc. Estud. Fac. Letras da U.P., 1980)
O Léxico da Simpatia : Estudos sobre o Campo Lexical da Determinação Substantiva de Simpatia Humana e Social, 1850-1900, e o Respectivo Contexto Cultural : Tese de Doutoramento (Porto: Instituto Nacional de Investigação Científica, 1980)A "Ilustração" na Teoria da Linguagem do Cardeal Saraiva (Lisboa: Centro de Linguística da Universidade, 1982)
A Norma "Puritista" no Século XVIII, com Base num Exemplo (Porto: Of. Gráf. Livr. Reunidos, 1982)
"Dicionário Básico do Português" (Porto: ASA, 1983)
A Antonímia como Relação Semântica Lexical (Coimbra: Imp. de Coimbra, 1983)
Definição nos Dicionários de Português (Porto: Asa, 1983
Contribuição para o Estudo das Solidariedades Lexicais (Lisboa: Centro de Linguística da Universidade, 1984)
Gramática de Valências (Winfried Busse, Mário Vilela, Coimbra: Almedina, 1986)
O Dicionário do Século XX em Comparação com os Dicionários até agora Existentes (Lisboa: Inst. de Cultura e Língua Portuguesa, 1987)
"Estudos de Lexicologia" (Porto: Civilização, 1989)
Dicionário do Português Básico (Coordenador: Mário Vilela; Co-autores: Isabel Margarida Duarte, Manuel Maria, Olinda Santana e Olívia Figueiredo (Porto: Asa, 1990)
Estudos de Lexicologia do Português" (Coimbra: Almedina, 1990)
Gramática de Valências: Teoria e Aplicação (Coimbra: Almedina, 1992)
Gramática de valências 7 estudos de Sintaxe do Português (Coimbra Almedina, 1992) Tradução e Análise Contrastiva: Teoria e Aplicação, Lisboa: Caminho, 1994
Tradução e Análise Contrastiva : Teoria e Aplicação (Lisboa: Caminho 1994)
Estudos de Lexicologia do Português (Coimbra : Almedina, 1994)
Ensino da Língua Portuguesa: Léxico, Dicionário, Gramática (Coimbra: Liv. Almedina, 1995).
Gramática da Língua Portuguesa: gramática da palavra, gramática da frase e gramática do texto/discurso" (Coimbra: Almedina, 1998) (1ª ed. 1995)
Léxico e Gramática" (Coimbra: Almedina, 1996)
Gramática da Língua Portuguesa, 1999, Coimbra: Almedina;
Gramática do Texto-Discurso (Mário Vilela; Ingedore Grunfeld Villaça Koch, co-autor; Lisboa: Almedina, 2001)
Metáforas do Nosso Tempo (Coimbra: Almedina, 2002)
Organização de Congressos:
Além de colaborar em todos os Congressos realizados no Porto (na área de Linguística), em Braga, em Vigo e em Vila Real, organizou pessoalmente, no Porto (1998), o "1º Congresso Internacional de Linguística Cognitiva.
Bolsas
Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian (durante a Licenciatura em Coimbra).
Bolseiro do Instituto de Alta Cultura (1970-1978).
Bolseiro da Humboldt Gesellschaft (1978-1982)
.Bolseiro do DAAD (Alemanha: 1985 [para trabalhar em Mannheim: IDS (= Institut für Deutsche Sprache). Bolseiro da NATO: um mês em 1988 para trabalhar em Copenhaga com alunos afásicos.
Bolseiro do Governo Francês: partcipação em Projectos de Investigação (conjuntos).
Docência Universitária:
Na Faculdade de Letras da Universidade do Porto:
a) Assistente (1970-75). Lecciona: Introdução aos Estudos Linguísticos, Linguística
Portuguesa e Linguística Românica
b) Professor Auxiliar (1978-1979): Lecciona: Fonética e Morfologia do Português
c) Professor Associado (1979-1981): Lecciona: Linguística Portuguesa II
d) Professor Catedrático (1981- ----): Lecciona: Linguística Portuguesa II,
Análise Contrastiva (Ramo da Tradução). Coordena: Mestrado Linguística Portuguesa Descritiva desde 1987. Lecciona nesse Mestrado: Estruturas frásicas do Português.
B: Outras Universidades:
Professor Convidado
Alemanha
- Freie Universität Berlin (2 meses em 1984);
- Köln (um mês em 1990).
Brasil:
- Universidade Federal da Paraíba (três meses: 1982): Curso de Doutoramento.
- Universidade Federal da Baía (um mês: 1989).
- Universidade Federal do Ceará: três meses (1996).
- Universidade Regional da URCA (Ceará).
Espanha:
- Santiago de Compostela (1996).
- Vigo (1998).
- Corunha (desde 1999).
- Universidade Clássica de Lisboa: Cursos de Mestrado.
- Universidade de Évora (Curso de Licenciatura).
- Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD):
Cursos de Mestrado e Coordenação de Cursos de Licenciatura Universidade Católica: Cursos de Mestrado.
- Universidade dos Açores: Curso de Licenciatura.
- Universidade de Macau: Cursos de Mestrado.
Coordenação e Organização de Mestrados no estrangeiro:
Mestrado de Linguística Portuguesa (Maputo, Moçambique) (em Curso)
Associações Científicas Internacionais de que faz parte:
- Société de Linguistique et Philologie Romane;
- Associação Portuguesa de Linguística;
- Lusitanistas Alemães;
- Lusitanistas Norte-Americanos (APSA: Wisconsin, Madison);
- Associação Portuguesa de Tradutores.
Participação em Júris:
Universidades Portuguesas:
Desde 1980 que participou em júris em todas as Universidades Portuguesa (Mestrado, Doutoramento, Agregação e Concursos para provimento de Professores Associados e catedráticos).
Universidades estrangeiras:
Espanha:
- Santiago de Compostela (Doutoramentos);
- Corunha (Doutoramentos);
- Vigo (Doutoramentos);
Brasil:
- Universidades Federais de Penambuco (Doutoramento),
- Ceará (Doutoramento e Concursos para Prof. Titular).
Conselheiro Científico de Revistas:
- Verba (Santiago de Compostela),
- Revista de Filoloxia (Corunha),
- DELTA (São Paulo),
- Romanische Philologie (Tübingen: Alemanha),
- Revista da Faculdade de Letras (Porto),
- Humanidades (Braga: Univ. Católica)
- Letras Humanas (UTAD: Vila Real)
Colaboração em Revistas (em que colaborou ou que colabora ainda):
- Cahiers de Lexicologie (Besançon: França),
- Verba (Santiago de Compostela),
- Revista de Filoloxia (Corunha: Espanha),
- Revista Portuguesa de Filologia (Coimbra),
- Biblos (Coimbra),
- Boletim de Filologia (Lisboa),
- DELTA (São Paulo),
- Diacrítica (Braga),
- Revista da Faculdade de Letras (Porto),
- Bulletin de la Société de Philogie Romane (Estrasburgo),
- Bulletin de l'Union Latine. (Paris)
- Lusorama (Frankfurt).
Cargos científicos que desempenhou e/ou desempenha (ainda):
- Membro da "Comissão Nacional de Língua Portuguesa" (enquanto existiu)
- Director do Centro de Linguística da Universidade do Porto
- Coordenador da Unidade de Investigação do CLUP (inclui 24 investigadores)
- Delegado Nacional e/ou da Universidade do Porto em várias "missões" (com problemáticas relativas à língua) em Bruxelas / Luxemburgo
- Membro do Conselho Científico da Faculdade de Letras da U.P. (desde 1979)
Responsável científico de Dissertações de Mestrado / Doutoramento
nas seguintes Faculdades de Portugal:
- Clássica de Lisboa,
- Coimbra,
- U. do Minho,
- UTAD,
- Católica (Braga)
nas seguintes Universidades estrangeiras:
Brasil: Federal do Ceará, Federal da Paraíba, Federal de Pernambuco
Espanha: Vigo e Corunha
Hungria: Budapeste
China: Macau
Moçambique: Universidade Pedagógica
Prémios Cientificos
Prémio "Ciência" da Gulbenkian (1982).

António Francisco Dias Vieira (Coronel)

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Nasceu em Sezelhe, concelho de Montalegre em 5 de Abril de 1944. E após a instrução primária, ingressou no seminário de Vila Real, em Outubro de 1956, por vontade e desejo dos Pais que desejavam prepará-lo para a vida , caso não viesse a ter apetência para a vida eclesiástica.
No Seminário de Vila Real e a a partir da adolescência começou a interessar-se pelos grandes nomes da literatura romântica e romanística , evidenciando dotes de escrita.
Não se sentindo vocacionado para a vida eclesiástica , abandonou o Seminário em 1965 , após a conclusão do curso de Filosofia.
Como as colónias portuguesas se encontravam, à data, em sublevação, pela Independência foi logo em Janeiro do ano seguinte chamado para cumprimento do serviço militar.
Incorporado na Escola Prática de Infantaria, em Mafra, a 11 de Janeiro de 1996, cumpriu o serviço militar na cidade de Vila Real, cidade onde vivera desde os doze anos .
Terminado o serviço militar obrigatório, ingressou, 16 de Novembro de 1970, como tenente, na Guarda Nacional Republicana
Comandou a Secção da GNR de Miranda do Douro de 20 de Janeiro de 1971 a 11 de Março de 1973, data em que seria obrigado a interromper para frequentar o curso de Capitães para servir no Ultramar
Partiu para a Guiné. em 4 de Maio de 1974.já como Capitão, onde lhe foi confiado o Comando da 3.a Companhia do Batalhão de Artilharia n.° 6523/73.
Regressado da Guiné em finais de 1974 foi reintegrado na GNR, em 4 de Dezembro de 1974.
Comandou a Companhia de Santa Bárbara, a de Bragança desde 4 de Abril de 1975 a 31 de Março de 1979,
Comandou a Companhia de Vila Real de 1 de Abril de 1979 a 30 de Junho de 1992, a ele se devendo a recuperação do degrado Convento de S. Francisco nas instalações modelares e funcionais que desde há vários anos a FNR de Vila Real tem
No ano lectivo de 1987/88 frequentou no Instituto de Altos Estudos Militares o Curso para Oficiais Superior, sendo Promovido a Major em 1 de Julho de 1988 e a Tenente Coronel a 1 de Julho de 1992.
Como Tenente Coronel chefiou, durante um ano, a Secção de Operações. Informações e Instrução da Brigada Territorial n.° 2 em Lisboa e comandou durante pouco mais de um ano o Agrupamento de Bela Vista no Porto:
Instalou o Agrupamento de Penafiel que Comandou até 4 de Fevereiro de 1996, data a partir da qual passou a exercer as funções de Segundo Comandante da Brigada Territorial n.º 4 da Guarda Nacional Republicana. no Porto.
Promovido a Coronel, antes de passar à Reserva, é hoje o Responsável pela Cruz Vermelha de Vila Real.
A sua vida e carreira militar está cheia de condecorações e louvores e na sua vida social sempre cultivou amizades e dispensou tempo ao bem comum, tendo sido um dos sócios fundadores do LIONS CLUBE DE Vila Real de que foi Presidente em três mandatos, sendo ainda durante dois mandatos presidente do Distrito Lyon 115
Foi ainda sócio fundador da Casa do Concelho de Montalegre, em Lisboa e da Associação de Antigos Alunos do Seminário de Vila Real de que foi presidente vários anos.
Fez parte da primeira Direcção do Nucleo de Vila Real da Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral
Em 1992, foi lhe concedida a medalha de prata do Município, pela Câmara Municipal de Montalegre.
Desde jovem que tinha o gosto pelo Conto dai que no campo literário tenha colaborado em vários jornais regionais, com muitos contos publicados
Ganhou o primeiro prémio nos Jogos Florais de Chaves em 1970 em Reportagem Regionalista, com o trabalho "A CHEGA" e o 2.° prémio nos Jogos Florais de Chaves, em 1971 em Estudo com o trabalho "Miranda Cidade histórica".
Tem um estudo sobre a Cabra Selvagem do Gerês e outro sobre Os Foragidos Espanhóis da Guerra Civil em Trás os Montes que mereceu.
Publicou
POLYMYXOS uma colectânea com cinco temas e O CABANEIRO

Juiz Manuel F. R. Granja da Fonseca

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Nasceu em Fornelos, concelho de Santa Marta de Penaguião, em 27.10.1946.
Em Outubro de 1957 entrou no Seminário de Vila Real, onde fez Humanidades, Filosofia e os três primeiros anos de Teologia.
Concluiu Teologia, em Junho de 1969, no Seminário Maior da Sé, no Porto.
No ano lectivo de 1969/70 foi professor no Seminário de Vila Real.
De 1970 a 1975 frequentou a Faculdade de Direito, em Lisboaonde fez os primeiros quatro anos tendo concluído a ,licenciatura em Coimbra.
De 1970 a 1975 leccionou na Escola Alemã de Lisboa, na Escola Eugênio dos Santos e no Liceu D. Dinis, em Lisboa.
De 1975 a 1977, já licenciado em Direito leccionou na Escola Secundária de Viseu, ao mesmo tempo que fazia o estágio de advogado e nas Conservatórias do Registo Civil, Predial e Notariado.
Em Julho de 1977 ingressou na magistratura do Ministério Público, sendo delegado do Procurador da República nas Comarcas de Figueira de Castelo Rodrigo, Almeida e Guarda.
Em 1980 transitou para a magistratura judicial, sendo juiz nas Comarcas de Sabugal, Santiago de Cacém e Guarda.
Em 1986/87 exerceu as funções de Subdirector geral do Gabinete de Planeamento e Coordenação do Combate à Droga, representando, por diversas vezes, Portugal em Viena, na discussão e aprovação da nova convenção contra o Tráfego e Repressão da Droga.
Em 1988, por decisão pessoal, regressou à Comarca da Guarda.
De 1989 a 1996 desempenhou as funções de Juíz Presidente do Círculo Judicial da Guarda.
A partir de Outubro de 1996 passou a Juíz Desembargador na Relação de Lisboa.

António Cabral

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António Joaquim Magalhães Cabral nasceu em Castedo do Douro, em 30-04-1931 e faleceu a 23 de Outubro de 2007
António Cabral frequentou o curso teológico do Seminário de Vila Real e e iniciou a a vida sacerdotal.
Obteve a licenciatura em Filosofia pela Universidade do Porto e de pois de abandonar o sacerdócio ingressou no ensino secundário, sendo professor efectivo da Escola Secundária Camilo Castelo Branco. Viveu sempre voltado para a arte da escrita, envolvendo-se, paralelamente, nas agremiações culturais trasmontanas
A partir de 2001 foi professor de Cultura Geral, na Universidade Sénior de Vila Real. Era conhecido pelas suas conferências em centros culturais, escolas do ensino básico, secundário e universitário, tanto em Portugal como no estrangeiro, Galiza e Alemanha sobretudo, falando de temas que lhe eram preferidos, tais como literatura, jogos populares e pedagogia do jogo.
Como animador sociocultural, fundou em 1979 o Centro Cultural Regional de Vila Real, do qual foi Presidente da Direcção até 1991, ano em que passou a ser o Presidente da Assembleia Geral.
No Fundo de Apoio aos Organismos Juvenis, que antecedeu o Instituto da Juventude, desempenhou os cargos de Delegado do Distrito de Vila Real e Coordenador da Zona Norte, entre 1974 e 1976.
Foi Delegado do INATEL no Distrito de Vila Real, o que lhe permitiu privilegiar a cultura popular.
No domínio das letras e das artes fundou em Vila Real, em 1962, a revista Setentrião, a revista Tellus de que foi o primeiro director em 1978, e o mensário Nordeste Cultural, em 1980.
Teve uma colaboração dispersa por revistas e jornais portugueses e estrangeiros, participação em programas de rádio e de televisão, colectâneas escolares, obras colectivas e antologias de poesia,
Alguns poemas de António Cabral foram cantados por Manuel Freire, Adriano Correia de Oliveira e Francisco Fanhais.
Poesia
1951 - Sonhos do meu Anjo
1956 - O Mar e as Águias
1958 - Falo-vos da Montanha
1960 - A Flor e as Palavras (1º Prémio de Manuscritos do SNI)
1963 - Poemas Durienses
1967 - Os Homens Cantam a Nordeste
1971 - Quando o Silêncio Reverdece
1977 - Emigração Clandestina
1979 - Aqui, Douro
1983 - Entre o Azul e a Circunstância
1997 - Bodas Selvagens
1999 - Antologia dos Poemas Durienses
2000 - O Peso da Luz nas Coisas.
2003 - Ouve-se um Rumor e Entre Quem É
2003 - Contos de Natal para Crianças
2007 - A Tentação de Santo Antão (obra publicada postumamente)
Ficção
1983 - Festa em Setembro
1990 - Memória Delta
1995 - A Noiva de Caná
2005 - O Prometeu Agrilhoado Hoje
2006 - O Rio Que Perdeu as Margens
Teatro
1975 - O Herói "O Herói" foi agraciado na Academia Teresopolitana de Letras, em 1964.
1976 - Temos Tempo
1977 - A Linha e o Nó
1977 - 7 Peças em um Acto
1994 - Semires
2005 - A Moura Encantada
2006 - A Fraga das Dunas
Ensaio
Literatura
1965 - História da Literatura Portuguesa
1971 - Morfologia Literária
1977 - Miguel Torga, o Orfeu Rebelde
Etnografia e Antropologia
1985 - Cancioneiro Popular Duriense
1986 - Jogos Populares Portugueses
1988 - Os Jogos Populares - Onze Anos de História: 1977-1988
1991 - Jogos Populares Infantis
1998 - Jogos Populares Portugueses de Jovens e Adultos
1991 - Jogos Populares e Provérbios da Vinha e do Vinho
2001 - A Cantiga e o Romance Popular no Alto Douro
Ludoteoria
1981 - Os Jogos Populares e o Ensino
1990 - Teoria do Jogo
1992 - A Imitação e a Competição no Jogo Infantil
1995 - O Modelo Lúdico do Ensino-Aprendizagem
1999 - Tradições Populares - I
1999 - Tradições Populares - II
2001 - O Jogo no Ensino, Editorial Notícias

António Lourenço Fontes

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Nasceu em Cambezes do Rio, concelho de Montalegre, em 22.02.1940.
Cursou o Seminário de Vila Real, onde concluiu Teologia em Junho de 1962.
Conclui a licenciatura em História, na Universidade do Porto, em 1980.
Paroquiou Tourém e Pilões, logo que foi ordenado sacerdote em 1962.
Após a morte do Padre Domingos Barroso (28.03.1972), foi para a paróquia de Vilar de Perdizes e de Meixede, onde ainda continua a exercer.
Já na primeira paróquia dera nas vistas, pelo seu apego aos usos e costumes.
A sua pastoral, desenvolvida nos campos do místico e do profano , foi a bandeira do concelho de Montalegre ao longo de várias décadas, a vários níveis, sendo o barrosão mais mediático e mais conhecido da sua geração.
Fundou e organizou o Congresso de Medicina popular (de Vilar de Perdizes);
Dinamizou os Ranchos Folclóricos (de Vilar de Perdizes, Pitões, Meixide, Soutelinho e Cambezes do Rio)
Organizou os Jogos Populares Galaico Transmontanos.
Tornou se num conferencista rotineiro, por todo o país e no estrangeiro desde associações de classe a universidades, de autarquias a grupos sócio culturais e participou em muitos debates radiofónicos e televisivos.
Para além de padre, exerceu as funções de funcionário administrativo da Caixa de Previdência e foi Assessor do Pelouro da Cultura a partir de 1990, onde uma das suas iniciativas mais marcantes foi a instituição da Feira do fumeiro, que se realiza em Janeiro de cada ano, em Montalegre.
A vida do padre Fontes "desde que nasceu até hoje", foi condensada num DVD. O documentário, de 50 minutos, apresentado em Vilar de Perdizes, no âmbito de uma homenagem ao pároco, pela passagem dos seus 70 anos.
De acordo com o autor do filme, Luís Costa Ribeiro, a ideia é agora comercializar o DVD a nível nacional.
Da sua vasta OBRA, destacamos :
Usos e Costumes de Barroso (com Barroso da Fonte e Alberto Machado Chaves 1972);
Etnografia Transmontana I e II, foi a sua primeira obra que teve várias edições;
Milenário de S. Rosendo (de parceria com J. A. Carvalho de Moura);
Antropologia da Medicina Popular Barrosã, (de parceria com João Sanches).
Chegas de Bois de raça barrosã
Contos da raia
Las fronteras invisibles,
Ponte da Mizarela , ponte do diabo
Crenzas e mitos da raia seca ourensana
Roteiro dos castros de Montalegre,
Roteiro dolménico de Montalegre.
Fundou e dirige, desde 1971, o mensário Notícias de Barroso
Colaborou em vários jornais e revistas regionais.
Dirige no Centro Social Paroquial de Vilar de Perdizes,
de que é fundador e presidente com jardim de infância centro de dia, cursos de formação (artesanato da lã e do linho (1986); (Plantas aromáticas em 1998) (apicultura (1985), (de serigrafia, artes decorativas).
Colaborador permanente da RTP, TVE, TVG.
Participou em filmes da região: Terra de Abril, Terra Fria, 5 dias e 5 noites, não cortes o cabelo que meu pai me penteou, Os demónios, documentários para a BBC, TV de Holanda e França, Unesco, Odisseia...
Organizou vários congressos internacionais:
Milenário de S Rosendo (77)
Centenário de S. Bento (81);
caminhos de Santiago (82);
Medicina Popular, (desde 83),
2 de religiosidade popular (84-85)
um de arquitectura popular
encontros de cantadores ao desafio e concertinas, pelo Natal.
Reconstruiu em Mourilhe o solar do Outão do séc. XVlll, agora hotel rural Sª dos Remédios, centro cultural de promoção e divulgação das terras e cultura Barrosã onde acolhe turistas, visitantes, doentes, universidades e estudantes, artistas, e comunicação social.

Dr. Sousa Sampaio

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António Augusto de Sousa Sampaio nasceu em 25 de Março de 1922 em Sanfins do Douro.
Ingressou no Seminário de Vila Real em Outubro de 1932 , sonde terminou o curso de Teologia sendo ordenado sacerdote em 1945
Fez doutoramento em Teologia na Universidade de Comillas e licenciatura em Coimbra.
Paroquiou em Parada de Cunhos, Mondrões e Sanfins do Douro e serviu a Igreja ao longo de toda a sua vida!
Leccionou no Seminário de Vila Real onde foi professor de várias gerações e nos colégios da Boavista e S. José em Vila Real, Vila Pouca, Murça, Granja, Sanfins do Douro e nas Escolas Secundárias de Canas de Senhorim , Vila Real, Vidago e Chaves
Abandonou o exercício sacerdotal e casou em 17 de Maio de 1975 com a Dra. Cibele Sampaio.
Deixou-nos livros que retratam a sua personagem
Portugal e a CEE
Inquietação e Esperança
Feiras Medievais
Horas de Fé e Esperança
Breve Memória do Mosteirinho da Granjinha
Portugal Meridiano do Mundo
Oh tempos oh mores
Vidas sem Vida
Sol de Outono
Alegria da Fé na Esperança.
Membro da Fraternitas, o seu dia a dia era o apostulado junto dos mais frágeis e carenciados
Quem o conheceu o Teacher  jamais esquecerá a sua vivência

Dr. Domingos Gomes

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Natural de Salvador Ribeira de Pena, nasceu em 1940
Em Outubro de 1951 ingressou no Seminário de Vila Real, instituição que abandonaria na sua juventude , vindo a concluir o terceiro ciclo do Ensino Secundário em Vila Real no ano de 1962.
Como Oficial do exercito, serviu a Pátria entre 1965 e 1969 , tendo estado em Moçambique na PM onde continuou os estudos em Medicina , entretanto interrompidos, curso que viria a concluir na Faculdade de Medicina do Porto, em 1971, onde seria docente durante dez anos (1972/1982).
Médico do Futebol Clube do Porto durante duas décadas atingiu os mais latos patamares na Medicina Desportiva já que precisou de obter conhecimentos específicos para melhor acompanhar os atletas e, acima de tudo, arranjar métodos de tratamentos de modo a conduzir a recuperação rápida e eficiente dos mesmos, em termos físicos e após lesões, na área médica e cirúrgica;
Foi entre 1976 e 1978, nomeado Assistente da Cadeira da Fisiologia de Esforço do Instituto Superior de Educação Física do Porto
Participou e organizou vários Congressos em Medicina Desportiva, Traumatologia, Recuperação e Desporto.
Além de investigação, tem publicado bastantes trabalhos de vários âmbitos, nomeadamente no que diz respeito à Cardiologia, à Fisiologia de Esforço, Traumatologia e Recuperação.
Director do Curso do Podologia do Instituto de Ciências da Saúde,
Professor da Opção de Medicina Desportiva do Curso de Enfermagem da Escola Superior de Enfermagem de D.ª Ana Guedes;
Professor da cadeira de Electroterapia e Recuperação do Bacharelato de Podologia no Instituto Superior de Ciências da Saúde do Norte;
Teve uma passagem fugaz pela política

Altino Moreira Cardoso

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Nasceu em 8.12.1941, na freguesia de Loureiro, Peso da Régua. Aprendeu Música no Seminário de Vila Real, com o P. Minhava. Licenciou-se em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Coimbra, em 1969. A sua tese de licenciatura versou a Obra de Afonso Duarte, um poeta da 'Presença'.
Frequentou, ao mesmo tempo, o Conservatório de Música de Coimbra na especialidade de Violino, como elemento da Tuna Académica e do Ensemble de Câmara Carlos Seixas, (...)
Concluído o Curso de Ciências Pedagógicas (também na Fac. de Letras da U.C.), foi Professor do Ensino Secundário, após Estágio e Exame de Estado no Liceu Normal de D. João III, em Coimbra (1972).
Trabalhou em algumas Escolas secundárias, entre as quais o Liceu da Amadora (Professor Agregado), Liceu de Queluz (Efectivo entre 1973-2002/aposentação).
Frequentou a Faculdade de Direito de Lisboa (3º ano/1973-1976).
TRABALHOS PEDAGÓGICOS:
Em complemento da actividade pedagógica, criou na Amadora (1976) o CENTRO DE ESTUDOS E LIVROS DIDÁCTICOS (CELD), elaborando e editando vários trabalhos, em que se insere uma obra sobre estratégia de preparação de EXAMES (1996), adoptada no ensino universitário (Universidade Internacional - Ano Zero).
1972 – OS LUSÍADAS-COMO REVELAR AOS JOVENS DO NOSSO TEMPO OS VALORES CONTIDOS NO POEMA (Tese de Estágio e Exame de Estado);
1974 – FRANCE - CENTRES D'INTÉRÊT (Didáctica Editora) - esg.
1977 – INICIAÇÃO MUSICAL I (Centro de Estudos e Livros Didácticos)
1977 – INICIAÇÃO MUSICAL II (CELD)
1978 – CANÇÕES PARA TODAS AS ESCOLAS (Básica Editora)
1979 – MANHÃ SUBMERSA, de V. Ferreira (Estudo e Antologia) (CELD)
1980 – ANTOLOGIA FERNANDO PESSOA (CELD)
1992 – PGA-PASSAPORTE (Prova Geral de Acesso ao Ensino Superior)
Colecção ÊXITO:
1996 – PROVAS-MODELO 12º ANO
1996 – EXAMES DO 12º ANO (organização) - 2 volumes
1996 – EDIÇÃO: Provas resolvidas de Português, Matemática, Física, Química, Biologia, Psicologia, Geometria Descritiva - 12º ano
1997 – EDIÇÃO: Provas resolvidas de Português, Física, Matemática, Biologia, Química (5 volumes) - 12º ano.
JORNALISMO
1976-1980 – Colaborou na revista "MÚSICA & SOM" (Iniciação musical)
1980-1990 – Funções directivas, na "Tribuna de Queluz" ("JORNAL DA AMADORA") e no "JORNAL DE QUELUZ".
1991-2003 – Fundou e dirigiu o "Jornal AMADORA-SINTRA".
2003 –... – Mantém as "Edições AMADORA-SINTRA".
2005 – Revista do PRIMEIRO CENTENÁRIO da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa.
PRODUÇÃO MUSICAL:
Como compositor, é autor de centenas de canções (algumas registadas na SPA), entre as quais músicas para a Infância, Poetas portugueses, História de Portugal, Contos Populares, "MENSAGEM" de Fernando Pessoa... Alguns conjuntos (populares, corais e instrumentais), têm utilizado e gravado canções suas, nomeadamente o Regional Duriense, Rancho de Loureiro, Rabelos do Douro, Tuna da Escola Sup. Agrária de Santarém, Orfeão de Leiria.(...)
OBRAS MAIS RECENTES DO AUTOR:
2000 – O HOMEM DO DOURO NOS CONTOS DE JOÃO DE ARAÚJO CORREIA;
2003 – MANUEL DO MUNDO (teatro), 1ª edição;
2003 – O UNGIDO DE DIÓNISOS E OUTROS ENSAIOS (figuras literárias: Fernando Pessoa, Miguel Torga, Araújo Correia, Agustina, Álvaro de Campos, Camões...);
2004 – MÚSICAS PARA A MENSAGEM DE FERNANDO PESSOA;
2005 – CANCIONEIRO SALOIO;
2005 – O PODER MATRIARCAL NO DOURO, SEGUNDO AGUSTINA (Conferência na Casa do Douro, organizada pelo C.I.C.D.A.D. em homenagem a Agustina Bessa-Luís);
2006 – SEMINÁRIO DE DIAMANTE (nos 75 anos do Seminário de Vila Real);
2006 – GRANDE CANCIONEIRO DO ALTO DOURO I: . Cantigas da Vinha;
2007 – GRANDE CANCIONEIRO DO ALTO DOURO II:
. Tunas Rurais- Cantares Religiosos-Rimances-Desgarradas;
2009 – GRANDE CANCIONEIRO DO ALTO DOURO III:
. Contexto histórico, duriense, poético, musical e europeu;
2010 – HEITORZINHO DE LOUREIRO, PAIXÃO E SANTIDADE (drama em 3 actos);
2010 – AFONSO HENRIQUES, NO DOURO NASCIDO E EDUCADO (jornalismo histórico);
2010 – A Crítica Pedagógica de João de Araújo Correia no conto DOIS ANOS DE VIÚVA;
2011 – D. AFONSO HENRIQUES – OS MISTÉRIOS E A LÓGICA;
2011 – CANCIONEIRO ANCESTRAL BARROSÃO
(em co-autoria com o Padre António L. Fontes–Vilar de Perdizes);
2011 – RIMANCEIRO DO ALTO DOURO;
2012 – POESIA TRADICIONAL DURIENSE, COM D. SANCHO I, O PRIMEIRO TROVADOR;
2012 – MÚSICAS PARA A MENSAGEM DE FERNANDO PESSOA (2ª edição acresc.);
2012 – CANÇÕES INESQUECÍVEIS LUSO-EUROPEIAS (2ª ed.);
2012 – A MAGNA CARTA DA HISTÓRIA DO VINHO DO PORTO
- A ESCRITURA DE CISTER (1142);
2013 – OS BOBOS DURIENSES DE D. SANCHO I E O INÍCIO DO TEATRO PORTUGUÊS;
2013 – A MAGNA CARTA DA HISTÓRIA DO VINHO DO PORTO
- A ESCRITURA DE CISTER (1142) - (2ª ed.);
2014 – DO VINHO DE MISSA DE CISTER AO VINHO DO PORTO-A MAGNA KARTA DE 1132 (3ª ed.);
2014 (Março) – 1970–UM ANO DE OURO DA TUNA ACADÉMICA DE COIMBRA;
2014 (Junho) – ACESSO A FERNANDO PESSOA (2ª ed.);
2014 (Dezembro) – LEONARDUS, O PROFETA–Canções e Histórias da Pátria Antiga;
2015 – TORGA NO XADREZ DO SEMINÁRIO – XEQUE DO PEÃO AO REI? (Nos 20 Anos da Morte de Miguel Torga–In Memoriam - Grémio Literário de V.R.);
2015 – 1956–UM ANO DE OURO da TAUC (Tuna Académica da Universidade de Coimbra): O PÉRIPLO DE ÁFRICA.
2015 – MÚSICAS PARA VERSOS ESCOLHIDOS POR AMÁLIA
2016 – MUSEU SALOIO–MEMÓRIA IMATERIAL (Estudo etnográfico e Álbum fotográfico legendado);
2016 – MANUEL DO MUNDO (teatro), 2ª ed.;
2017 – O CALDINHO DE PEDRA & MAIS 20 TEATRINHOS (OPERETAS) - Contos tradicionais musicados e dramatizados;
2017 – ANTÓNIO CABRAL – A DISTÂNCIA DO TEMPO E DOS OLHARES (in:Tellus)
2017 – CANÇÕES INESQUECÍVEIS LUSO-EUROPEIAS (2ª edição);
2018 – MONSENHOR ÂNGELO C. MINHAVA-O MÚSICO E O PEDAGOGO
2018 – 400 CANÇÕES PRÓPRIAS REUNIDAS;
Em preparação:
– ACESSO A MIGUEL TORGA – ADOLFO, A CRISÁLIDA;
– CANÇÕES INESQUECÍVEIS (INTERNACIONAIS) (2º volume);
– PORTUGAL ESCRITO NO DOURO POR EGAS MONIZ E AFONSO HENRIQUES;
– CRÓNICAS AUTOBIOGRÁFICAS;
– MÚSICAS ESPIRITUAIS; ... ...
______
Sobre o Autor:
2017 – PERFIL LITERÁRIO DE ALTINO M. CARDOSO – Jorge Sales Golias.

José Joaquim Dias Gomes

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Nasceu em 5 de Agosto de 1933 em Salvador ( Ribeira de Pena) onde fez a instrução primária.
Em 1944, ingressou no Seminário de Vila Real onde terminou o curso teológico em 1955, sendo ordenado presbítero em 1956.
Durante o ano lectivo 1956/1957, foi colocado no seminário da Figueira da Foz onde iniciou a sua actividade de Professor.
Regressou ao Seminário de Vila Real em 21 de Setembro de 1957 e aqui ficou para sempre.
Como Prefeito de Humanidades fiscalizava asseio pessoal : a graxa nos sapatos, o botão perdido, a lavagem dos dentes, o cabelo penteado e as unhas e cortadas
Foi um fiel cumpridor de todas as missões que lhe foram confiadas e nem sempre compreendido
Exigente, rígido e de bom coração foi um formador de Homens que não esquecem a sua influencia na sua vida, tenham hoje a profissão que tiverem porque foi das pessoas que mais contribuiu paras incutir sentido de responsabilidade, educação e valores
Foi com ele que no seminário se deu incremento a jogos .... primeiro o voleibol... depois basquetebol ....e os jogos de futebol em Lordelo e Abambres
Foi um professor exigente e sábio nas disciplinas que leccionou
Mais tarde seria o ecónomo e o responsável pela Quinta do Bispo ...
Dirigiu e geriu a Minerva Transmontana durante muitos anos
Cargos Sociais
Provedor da Santa Casa da Misericórdia há alguns anos ...
Membro dos Órgãos Sociais da Nervir - Associação Empresarial S A
Capelão do Lar Nossa Senhora das Dores ( Asilo)
Capelão do Estabelecimento Prisional
Associado dos Lions
Vila Real reconheceu-lhe a sua influencia e acção no meio social vigente agraciando-o com a medalha de mérito da Municipal (grau Ouro) atribuída pela Câmara Municipal de Vila Real (em 20/7/2008)

Armando Jorge Baptista da Silva

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Nasceu em Vilar de Maçada, concelho de Alijó, em 5.2.1934.
Como a mãe era professora do Ensino Primário e foi colocada em Ervões foi nesta localidade do concelho de Valpaços que passou a meninice e fez a instrução primária
Em 1945 ingressou no Seminário de Vila Real, concluindo o curso Teológico, em 1957.
Fez o tirocínio no Seminário de Figueira da Foz, no ano lectivo de 1957/58, regressando ao Seminário de Vila Real, para aí ser professor e prefeito.
Em Janeiro de 1962 foi, como capelão militar para a Guiné.
Essa carreira de capelão militar prolongou se até Janeiro de 1974, tendo feito três comissões de serviço no Ultramar: Guiné, Angola e Cabinda, recebendo louvores militares e a condecoração com a medalha de Mérito Militar
Pelo meio e nos intervalos prestou assistência a diversas unidades militares: Lamego, Vila Real, Vendas Novas, Figueira da Foz.
Mais tarde optou pela laicização, abandonando o sacerdócio e licenciou-se em História pela Faculdade de Letras, da Universidade Clássica de Lisboa, passando a dedicar se ao ensino.
Trabalhou em diversas escolas Secundárias de Lisboa: Gil Vicente, Patrício Prazeres, D. Luísa de Gusmão, etc.
Aposentou se em 1993, após 36 anos de serviço, ora como militar, ora como docente.
Sócio da Casa de Trás os Montes e Alto Douro integrou os órgãos sociais como Vice Presidente
Obras
100 anos da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro Publicação: [S.l.] : , 2006

João Alves Soares

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Nasceu em Vila Pouca de Aguiar, em 31 se Dezembro de 1941 e mudou-se aos quatro anos de idade para Ribeira de Pena onde sua Mãe era a Chefe dos CTT, aqui terminando a instrução primária.
Entrou no Seminário de Vila Real em Outubro de 1952 para prosseguir os estudos e aí permaneceu até à conclusão do Curso Teológico vindo a ser ordenado Padre em Dezembro de 1964.
Foi colocado no Barroso, para colaborar com o capelão das Minas da Borralha. Padre João Avelino e foi professor na Escola Profissional das Minas da Borralha, até 1967, ano em que foi para Macedo de Cavaleiros, leccionar num Colégio.
Em 1967 requereu ao Papa, Paulo VI a redução ao estado laical que lhe seria concedida por decisão papal de 23 de Maio de 1969 , sendo dispensado de todas as ordens e autorizado a contrair matrimónio católico.
Entretanto foi convidado em 1968 pelo Ministério da Educação, para leccionar no Liceu Salvador Correia, em Luanda e mais tarde instalou a primeira Escola Preparatória, em Angola, chamada D. João I e situada nas imediações do liceu.
Em 1970 conclui o curso de escrituração e grafias, no Instituto de Luanda, regressa a Portugal e fixa se nas Minas da Borralha, onde exerce, cumulativamente, actividade administrativa, como quadro superior da Empresa Mineira, até ao seu encerramento e a actividade docente, na Escola Profissional, até ao presente.
Em 1990 concluiu a Licenciatura em Humanidades na Faculdade de Filosofia de Braga da UC.
Cargos Sociais
Presidente da Direcção do Grupo Desportivo e Cultural de Salto
Fundador do Grupo de Cantares de Salto, assumindo a direcção musical.
Procede à recolha, arranjo e interpretação de temas do cancioneiro Barrosão.
Director Pedagógico da Escola Profissional das Minas da Borralha.
Director do Grupo Coral de Montalegre
Órgãos Sociais da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Salto.

Dr. Joaquim Barros Ferreira

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Nasceu no lugar e freguesia de Constantim do concelho de Vila Real, em 1940, onde fez a instrução Primária
Em Outubro de 1951 ingressou no Seminário de Vila Real onde fez os estudos de Humanidades e o curso de Filosofia.
Após a sua saída do seminário prosseguiu no Colégio da Boavista, e completou o sétimo anono Liceu Camilo Castelo Branco de Vila Real.
Como alferes miliciano serviu as Forças Armadas no ZIN, Angola.
Pelo seu comportamento em combate foi lhe atribuída uma medalha de cruz de guerra de 2.a classe, em 1964.
É licenciado em História pela Faculdade de Letras do Porto (1968).
Fez estágio e Exame de Estado no Liceu Salvador Correia, Luanda, em 1970/1971, regressando ao Liceu Camilo Castelo Branco, onde permaneceu.
Como docente, a sua actividade diversificou-se pela Filosofia, Psicologia, Antropologia, Ciências Sociais, Artes e História. Colaborou em jornais e revistas do burgo citadino, chegando também a orientar o jornal do Liceu.
Fez parte da Antologia de Poesia Moderna e Contemporânea da Poesia de Trás-os-Montes e Alto Douro, col. Setentrião, 1996.
TÍTULOS PUBLICADOS:
Vilegiatura do Dia, 1961 (poesia);
Algas e Deuses, 1965 (poesia);
A emigração eni Vila Real. Separata da Revista Tellus, 1994;
Notas sobre o Azulejo no Distrito de Vila Real, sep. da Revista Tellus. 1994;
Abordagem Antropológica sobre os moinhos e a alimentação, sep. da revista Tellus, 1995;
Os preços do vinho e do centeio em Vila Real no século XIX (1847 1900); Boletim Cultura da Escola Sec. Camilo Castelo Branco, 1994;
Monografia da Igreja de Santa Maria da Feira de Constantim, 1996;
Coração da Terra, 1997 (poesia).
Caminhos do pão e do vinho ent Trás-os-Montes nos séculos XVIII e XIX;
Dois arcebispos bracarenses, o fidalgo de linhagens e o apóstolo; O ser da terra e da língua.

José Augusto Granja da Fonseca

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Nasceu na freguesia de Fornelos do concelho de dSanta Marta de Penaguião, em 17.8.1949.
Ingressou no Seminário de Vila Real em Outubro de 1960, após conclusão da instrução básica
Frequentou depois o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas e a Faculdade de Filosofia, de Braga.
Seguiu a carreira das Finanças sendo Chefe da Repartição de Paredes, desde 1982 até Dezembro de 1993.
Actividade Política
Presidente da Câmara de Paredes em vários mandatos até desde 1993 a 2005
Foi presidente da Mesa da Assembleia Municipal de Paredes
Deputado da Assembleia da Republica de 1999-10-25 a 2002-04-04
Actividade Empresarial
Presidente do Conselho de Administração da Paredes Insdustrial rial
Vice Presidente da Junta da Comunidade Urbana do Vale do Sousa
Actividade associativa
Foi Presidente do União Sport Clube de Paredes (no ano em que subiu à II divisão) e ocupou outros cargos directivos nos Órgãos Sociais
Fez parte dos Órgão sociais da A Futebol do Porto
È Gente da nossa casa

Dr. João Granja da Fonseca

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Nasceu em Fornelos, Santa Marta de Penaguião, em 18.1.1941.
Frequentou o seminário de Vila Real e acabou por sair, após conclusão do curso Teológico mas nunca recebeu ordens.
Foi professor do Ensino Secundário.
Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa, e tem escritórios na Capital e Amadora.
Foi assistente da Faculdade de Direito,
Secretário da Faculdade de Letras,
Assessor jurídico da Reitoria da Universidade de Lisboa.
Na vida política foi
Deputado da Assembleia da Republica, de 13/8/ 1987 a 23.10.1999
Adjunto e assessor do Secretário de Estado da Juventude e Desportos e
Vereador da Câmara da Amadora durante três mandatos consecutivos
Na vida social é Presidente da Delegação da Cruz Vermelha da Amadora
Publicou os livros:
Apontamentos de Economia Política,
Textos de Apoio aos apontamentos de Economia Política e
A Amadora em Reflexão.
Colabora regularmente em revistas de índole jurídica, rádios e jornais

Padre Manuel Mendes

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Nasceu no Peso da Régua em 31.8.1914.
Foi aluno do Seminário de Poiares da Régua onde completou o quarto ano, antes de ingressar no Seminário de Vila Real em Outubro de 1931 na companhia de outros colegas designadamente o Padre Monteiro e o Padre Guilhermino Fraga.
No Seminário de Vila Real receberia ordens em Julho de 1937 e por aqui ficou sempre ligado.
Seguiu a carreira eclesiástica de uma forma surpreendente e exemplar, passando uma imagem de Deus na Terra , tal a sua identidade com Cristo.
Depois de ordenado foi pároco das freguesias de Moura Morta e de Medrões e responsável pelo AVE Maria que semanalmente atingia uma tiragem de muitos milhares de exemplares Esse jornal, muito lido em todos os lares do nosso Distrito era o espelho de uma alma pura, com cheiro a santidade.
O exemplo humano do Padre Mendes, era o melhor convite à oração e à vida interior.
Olhá lo, observá-lo no seu dia a dia, ter a felicidade de falar com ele constituía um privilégio porque não parecia um Homem deste mundo.
Professor de Moral na antiga Escola Comercial e Industrial de Vila Real, foi a figura ímpar que todos recordam com saudade o professor que a todos falava com ternura e a todos dava alento.
No Seminário de Vila Real, foi confessor e professor de Desenho.
Faleceu em Novembro de 1992 e o seu jornal, ficou confiado ao P.e Dr. António de Castro Fontes.
Permanece em nossas recordações como a melhor referência espiritual.- a do Homem que para satisfação das necessidades dos outros Homens passa privações e vive na pobreza.
Construiu a Igreja de Medrões.

António Jesus Fernandes Matos

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António de Jesus Fernandes de Matos nasceu em Pena de Amigo, freguesia de Mouçós em 1930.
Ingressou no Seminário de Vila Real em 1942, sendo ordenado Presbítero em 1954, mas o seu sonho de menino sempre foi ser Missionário.
Paroquiou as freguesias da Ermida e de Guiães, freguesias onde conta por amigos quantos o conheceram e esteve á frente da Minerva Transmontana entre 1957 e 1961.
Em 1961 partiu para Moçambique e seria em Bajone, lá na Zambézia, a 13 de Maio de 1967 que o seu sonho se tornou realidade.
Aí fundou a Missão de Nossa Senhora de Fátima de Bajone, com uma Igreja moderna, escolas de artes e ofícios, cuidados de higiene e saúde assistência a doentes, que servia uma população em que 40% eram católicos.
Regressado a Portugal após Abril de 1974, era pároco de Provesende quando , após a missa domingueira se sentiu mal e a morte prematura lhe bateu á porta junto ao Hospital de Vila Real
Quem o conheceu bem ... custa-lhe a crer que existam pessoas de melhor quilate.

Manuel António Pereira

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Manuel António Pereira, de alcunha, o «Manuel Carriço», nasceu em Codeçoso, freguesia de Meixedo, em 9 de Novembro de 1929 e faleceu em 11 de Novembro de 2008.
Ingressou no Seminário de Vila Real, em Outubro de 1942 integrando um grupo de 41 alunos, de entre os quais o Dr. Ferreira de Matos, o P. Fernandes, o P Dr. Manuel Alves, (Arcipreste de Valpaços) o Pe Martins Calheno (Vila da Ponte), o Solicitador Manuel Pires Madureira (Chaves) , Serafim Alves (Vilar de Maçada) e Dr. António Cabral, onde permaneceu quatro anos.
Após o abandono do seminário dedicou-se á agricultura assumindo a Casa Agrícola de seus pais
Em 1958 foi Presidente da Junta de Freguesia de Meixedo e, de tal maneira activo que o Dr. João Canedo, ao tempo Presidente da Câmara o convidou para seu braço direito, como vereador.
Foi Vice-Presidente da Camara Municipal de Montalegre durante vários ano
Foi juiz de Instrução Criminal Substituto do Tribunal da Comarca, durante cinco anos e ma década de 2000 nomeado Juiz de Paz.
Desempenhou, entretanto diversos outros cargos de interesse público:
Director da Caixa Agrícola Mútua,
Presidente da Assembleia Geral da Cooperativa Agrícola da Batata de Semente,
Presidente do Conselho Fiscal dos Bombeiros Voluntários,
Sócio-gerente da Agência de Viagens Nevetur
Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Montalegre, durante vários anos, sendo fundador do Lar de S. José que acolhe dezenas de pessoas da 3ª idade e ainda do Jardim Infantil, integrados na esfera de competências da Santa Casa, todos com actividade exemplar.
Colaborador da Igreja, foi também um dinâmico auxiliar das Juntas de Freguesia,
O concelho de Montalegre não o pode esquecer e a Associação orgulha-se de o ter entre a Gente da Nossa Casa

Carlos Alberto Coutinho

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Carlos Alberto da Silva Coutinho nasceu em 22 de Agosto de 1943em . Fornelos, concelho de Santa Marta de Penaguião.
Ingressou no Seminário de Vila Real em Outubro de 1954 onde permaneceu alguns anos, tendo abandonado por falta de vocação para o sacerdócio
Fez a Escola do Magistério Primário em Vila Real em 1964 e nesta cidade iniciou a sua profissão.
Foi para Lisboa em 1965 cumprir o serviço militar e por lá ficou numa vida de luta pelos seus ideais e dedicada ao jornalismo ,à escrita e agora dizem que à pintura
Mobilizado para a guerra colonial, passou dois anos em Moçambique como enfermeiro militar de Neuropsiquiatria
Muito empenhado no combate político, participou num movimento espontâneo e nunca articulado de criadores de cantigas de protesto que esteve na origem do "Cancioneiro do Niassa".
Regressado a Lisboa em 1969, enveredou pelo jornalismo e retomou a escrita
Viveu em Lisboa uns 20 anos.
Dei aulas durante uns meses enquanto estava numa situação precária no "Vida Mundial"
Depois passou para "O Século" e foi um dos um dos fundadores de O Diário. ficando profissionalizado até se reformar , altura em que deixou o caos de Lisboa e se retirou para uma periferia suficientemente distante e arejada onde se sente bem
Vive na Póvoa de Santa Iria, onde toma a bica matinal no único café que permite que se fume no seu interior, situado na Rua do Bonfim. "
Foi operacional da Acção Revolucionária Armada (ARA), organização responsável por vários atentados contra objectivos militares e policiais durante o regime fascista. Nesta organização em que ingressou em 1970, utilizava o pseudónimo de Meneses tendo participado em diversas acções, como o corte de telecomunicações, corte da rede eléctrica nos anos de 1971 e 1972, rebentamento de uma carga explosiva e parcial destruição do navio Cunene que transportava armamento para a Guerra Colonial em 26 de Outubro de 1970 e destruição parcial da Escola Técnica da PIDE em 21 de Novembro de 1970.
Em consequência das suas acções políticas, foi preso pela Pide na prisão do Forte de Caxias, em 22 de Fevereiro de 1973
Foi libertado em 26 de Abril de 1974, com a Revolução dos Cravos, tendo retomado a sua carreira jornalística em paralelo com uma actividade literária diversificada
Fez também parte do Sindicato dos jornalistas no biénio de 1981/1982.
Foi vereador sem pelouro na Câmara de Vila Franca de Xira durante quatro anos.
Bibliografia:
Na sua obra teatral, surpreendendo as situações, gestos e palavras estereotipadas que compõem o quotidiano das personagens, e integrando esta desmontagem da realidade num processo dialéctico de mudança situado no contexto histórico português anterior ao 25 de Abril ou pós-revolucionário, "combina a técnica do absurdo com um propósito muito agudo de crítica sociopolítica.
NEVE 1965
Corvos 1965
Uma luz do fim da Noite 1965
Cave (1966)
Herbicida (1972)
A Última Semana antes da Festa (1974)
Teatro de Circunstância (1975)
A Estratégia do Cinismo; Seguida do Jantar do Comissário (teatro) (1977)
Recordações das Casas dos Mortos (1975)
No País da Alegria (1976)
Recordações das Casas dos Mortos (1976)
Uma Noite na Guerra (com prefácio de Batista Bastos) (1978)
O que Agora me Inquieta (novela) (1985
O Carlos Coutinho é também gente da nossa casa

Manuel Pires Madureira

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MANUEL PIRES MADUREIRA
Lg. de Camões, 8
5400-000 Chaves
Vila Real - Chaves
Nasceu em Castelões, freguesia de Calvão, no concelho de Chaves, em 30.11.1929.
Ingressou no Seminário de Vila Real em Outubro de 1942, na fornada em que entraram os Pimenteis de Lordelo, os Drs Augusto Luís Matos, Domingos Curral António Cabral e José Alves Carneiro e os Padres Fernandes e Manuel Alves entre outros.
Terminado o curso de Filosofia do Seminário de Vila Real , ainda fez o 1.° ano de Direito na Faculdade de Direito de Coimbra, mas optou pela pela profissão de solicitador.
Durante muitos anos esteve ligado, como praticante e também como dirigente ao desporto.
Foi fundador e Presidente da Casa do Benfica do Alto Tâmega
Leccionou no Colégio de Casas dos Montes (Português e História).
Ligado ao Desporto , Cultura e Obras sociais , faz parte dos órgãos directivos de :
Lar do Bom Caminho
Rádio Voz do Larouco
Associação Desportiva Flaviense

Dr. Alexandre Chaves

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Nasceu em Casas de Monforte, concelho de Chaves, em 11.8.1949, estudou no Seminário de Vila Real.
Após a saída do Seminário completou o ensino liceal em Chaves.
Concluiu o curso de Ciências Sociais e Políticas e leccionou na Escola Secundária Fernão de Magalhães (Chaves).
Ingressou na Carreira técnica em Moçambique no Instituto do Trabalho, Previdência e Acção Social, mas em Setembro de 1974 já leccionava na Escola Dr. Júlio Martins, em Chaves donde se transferiu se para docente no Magistério Primário de Chaves e aí permaneceu até em 1978, data em que ingressou no Centro de Emprego (IEFP), como Conselheiro de Orientação Profissional, sendo o responsável pelo Centro de Chaves no período compreendido entre 1983 e 1989.
Na sequência das eleições autárquicas de 1989 seria eleito pelo povo Presidente da Câmara, mandato que renovaria em eleições seguintes.
Foi eleito deputado á Assembleia da Republica e exerce actualmente o cargo de Governador Civil do nosso Distrito.
Entretanto foi gestor publico na Empresa Águas de Portugal.
Apostou no desenvolvimento do seu concelho e do seu Distrito e o grupo Desportivo de Chaves não o esquece como dirigente.
Profissional competente, vive as causas que abraça e é também ele Gente da Nossa Casa.

Henrique Sousa Ferreira

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Henrique José de Sousa Ferreira, Nasceu em Vila Pouca de Aguiar, em 1938 e aí faleceu em 1996. Após a instrução primária, em 1949, ingressou no Seminário de Vila Real sendo ordenado presbítero em 1962.
Foi professor no Seminário da Figueira da Foz, antes de se tornar pároco em Coimbra, na paróquia de São Bartolomeu
Nessa altura cursou Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e obteve a licenciatura em 1975.
Regressado ás origens, desenvolveu simultaneamente a actividade sacerdotal como Pároco de Gouvães da Serra e Santa Marta do Alvão e a actividade de advogado com escritórios em Vila Pouca de Aguiar, sem por de lado as causas social e cultural.
.Foi um dos grandes dinamizadores da formação da Santa Casa da Misericórdia de Vila Pouca de Aguiar, de que foi Provedor.
Estudioso da história aguiarense e da região transmontana, dedicou se, também, às letras e às artes.
Completou o Curso de Música do Conservatório e, para além de outras peças, foi o autor da "Marcha de Vila Pouca" (um exemplar notável onde, em poucos versos, define o trajecto histórico da vila e do concelho) e da "Marcha de Pedras Salgadas", composições que estão gravadas em disco".

João Alves Pereira

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Nasceu a 12 de Novembro de 1931 em Parada de Monteiros, concelho de Vila Pouca de Aguiar, mas foi em em Senra de Cima, freguesia do Salvador, Ribeira de Pena que passou a sua infância.
Após a instrução primária, ingressou em Outubro de 1945 no Seminário de Vila Real, que abandonou mais tarde, prosseguindo os seus estudos no Colégio da Boavista, em Vila Real, onde veio a concluir o Curso Geral do Liceu .
Iniciou a sua vida profissional nos CTT, tendo exercido funções de Chefe de Estação em Cerva e Ribeira de Pena.
Neto e sobrinho de políticos influentes, despertou para a vida política em 1971, altura em que foi eleito Vereador à Câmara Municipal de Ribeira de Pena, funções que desempenhou até 1973.
Em Fevereiro de 1973 assumiu as funções de Vice Presidente da Câmara Municipal,
funções que desempenhou até ao dia 25 de Abril de 1974.
Afastou se da vida política no período subsequente ao 25 de Abril, até à marcação oficial das primeiras eleições autárquicas a que concorreu tendo sido eleito Presidente , cargo que exerceu ao longo de sucessivos mandatos, sendo nos últimos dois mandatos Presidente da Assembleia Municipal.
A sua actividade em prole da região em todos os campos é por demias evidenciada e reconhecida .
Foi presidente do Grupo Desportivo de Ribeira de Pena equipa que levou a disputar a 3.a Divisão Nacional:
Foi fundador e Vice Presidente da Rádio Larouco;
No associativismo foi
Gerente da Associação Agrícola do Vale de Senra;
Presidente do Agrupamento de Municípios do Alto Tâmega;
Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Ribeira de Pena;
Presidente da Direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Ribeira de Pena;
Presidente da Direcção da Cooperativa Agrícola de Ribeira de Pena
Presidente da Assembleia Geral do Grupo Desportivo de Ribeira de Pena.
Presidente do Conselho geral do Hospital de Vila Real;
Presidente do Conselho Fiscal da NERVIR Núcleo Empresarial de Vila Real;
Vice Presidente da Direcção da PROBASTO Associação de Desenvolvimento Rural de Basto;
Presidente do Conselho de Administração dos Empreendimentos Hidroeléctricos do Alto Tâmega e Barroso.
Preocupado com a necessidade de garantir para a sua autarquia uma autonomia financeira, João José Alves Pereira lançou em 1989 o Empreendimento Hidroeléctrico do Rio Alvadia, em Ribeira de Pena, para o qual garantiu financiamentos avultados. Tratando se de um empreendimento de grande vulto económico e com fortes solicitações privadas, João Pereira conduziu um processo que levou à constituição de uma empresa regional, participada pelos concelhos do Alto Tâmega, mantendo no domínio público os riscos mas, consequentemente, todas as vantagens do empreendimento. O processo da constituição da Empresa Hidroeléctrica do Alto Tâmega e Barroso foi pioneiro neste país e significativamente elogiado no acto inaugural do Empreendimento de Alvadia em 1993, pelo Primeiro Ministro.

António Maria Cardoso

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Nascido em Celeirós do Douro, concelho de Sabrosa, em 31.3.1922, aos onze anos ingressou no Seminário de Vila Real para se preparar para a carreira eclesiástica,
Conclui o curso Teologia no Seminário de Vila Real. E, ordenado sacerdote pelo Bispo D. António Valente da Fonseca, celebrou a Primeira Missa em 31.12.1944.
Os seus dotes de oratória fluente e rica , foi a bandeira dinamizadora da visita á Diocese de Vila Real da Imagem Peregrina de Nossa Senhora em 1954 e um dos mais cotados oradores do culto religioso, disputado por todas as festas populares
Fez o Bacharelato na Faculdade de Letras de Lisboa e seria professor efectivou na Escola Secundária de S. Pedro, Vila Real., tendo ainda leccionado no antigo Liceu de Vila Real, no Liceu Mousinho de Albuquerque em Moçambique, na Escola Secundária de Sabrosa, e na Preparatória Diogo Cão.
Capelão militar durante treze anos , era no Regimento de Infantaria 13, quem animava os batalhões destacados para as colónias com os seus discursos patrióticos e cheios de esperança.
Foi pároco de Provesende e S. Cristovão, Gouvães e Celeirós do Douro.e Assistente Religioso da UTAD.
Assumiu o cargo de Director do Semanário A Voz de Trás-os-Montes há mais de trinta anos , onde é colunista assíduo.
Colaboração dispersa por vários jornais e revistas, e assíduo das rádios locais , Rádio Universidade,do Marão e Rádio Alto Douro.
Integra os órgãos sociais do GI, IPIR e APIR (todas associações nacionais de imprensa regional).
Foi Presidente do Lions Clube de Vila Real, colaborou com a Cruz Vermelha Portuguesa e desde a primeira hora é o Capelão da Associação Nacional dos Combatentes do Ultramar e da Associação Dez de Junho.
É autor dos seguintes livros (de poesia Percurso, Galáxia, Bolas de Sabão e Apontamentos de Viagem, Miosótis Faúlhas, Disto e Daquilo e Poemas de Espuma (1995).
Toda a sua vida tem sido marcada pela original maneira de viver e de conviver, pela sua popularidade, pela sua exímia dicção, pela sua retumbante oratória.

Padre Joaquim Alves Ferreira

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Joaquim Alves Ferreira, nasceu em Jorjais, freguesia de Moucós, concelho de Vila Real e ingressou no Seminário em Outubro de 1936 onde teve como colegas de 1º anos os saudosos Dr Adriano Veiga, Padre Bernardo e Padre Domingues
Seguiu a carreira eclesiástica e teve ao seu cargo várias freguesias nomeadamente Ermida e Lordelo.
Foi professor no Seminário de Vila Real e muito contribuiu para a qualidade do ensino de português e para formação intelectual dos alunos
Licenciou se em Filologia Românica e concluiu o curso de Ciências Pedagógicas.
Tem colaboração dispersa por vários jornais e revistas, nomeadamente a Tellus.
Tem cinco volumes organizados sobre Literatura Popular de Trás-os- Montes e Alto Douro.
1 Vol. Romanceiro (Romances religiosos e profanos);
II Vol. Cancioneiro (músicas);
III Vol. Devocionário (orações, superstições, responsos e benzeduras);
IV Vol. Miscelânea (jogos e entreténs infantis, lenga lenga e trava línguas, reis e janeiras, provérbios e tradições sobre o Carnaval, a Quaresma, o Casamento, trabalhos etc.).
V vol. Lendas e contos infantis.
Pessoa de fino trato e fácil vivencia, marcou várias gerações.

Abel Luis F. Moutinho

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Nasceu em Vale de Espinho, freguesia de Argeriz, concelho de Valpaços, em 20-12-1942, embora no Bilhete de Identidade conste 28-12-1942 como data do seu nascimento.
Considera-se também de Midões, onde fixou residência a partir dos 5 anos, frequentou a Escola Primária, passava férias nos seus tempos de estudante e onde vem agora, como reformado e agricultor independente, só ou acompanhado da família, tratar das suas árvores e culturas, usufruindo assim as belezas e condições de vida que a aldeia proporciona.
Aluno do Seminário de Vila Real entre 1953 e 1965, ano em que concluiu o Curso de Teologia, licenciou-se em Filosofia e Letras na Universidade Pontifícia de Salamanca (1967) e em Ciências Sociais e Política Ultramarina (1971) no Instituto Superior de Ciências Sociais e Política Ultramarina da Universidade Técnica de Lisboa.
Uma vez iniciados os estudos universitários, em meados de 1960, continuou a passar as férias do Natal e Páscoa na aldeia de Midões com os familiares e amigos, como sempre fizera, mas nas férias de Verão de 1966 e 1967 foi até à Alemanha, para conhecer a Europa, observar a realidade da emigração, conviver e confraternizar com os jovens estudantes europeus.
Em 1967 fixa residência em Lisboa onde passa a ter a sua vivência profissional e familiar: Psicólogo Militar no Centro de Estudos Psicotécnicos do Exército em Caxias (1969-1971); Professor do Ensino Liceal e Técnico (Filosofia, História, Introdução à Política, Ciência Política, Português, Latim e Grego) em estabelecimentos de Ensino Público e Particular na Área Metropolitana de Lisboa entre 1967e1976: Casa Pia, Escola Fonseca Benevides e alguns Colégios do Ensino Particular; Técnico-Psicólogo na Federação das Caixas de Previdência e Abono de Família (1972-1976); Técnico Superior/Psicólogo na Radiotelevisão Portuguesa desde 1977 até 2005, onde contribuiu para o recrutamento, seleção e formação de trabalhadores e dirigentes televisivos alguns dos quais trabalharam e ainda trabalham na Comunicação Social.
Colaborou também como Psicólogo no CEGOC, ÁREA-CHAVE, EGOR-Portugal, CITEFORMA e outras empresas.
Outras Atividades: Foi Presidente da Academia Missionária do Seminário de Vila Real (1964/65), sócio fundador e Presidente do Centro Lusíada de Salamanca (1965-67) e dirigente do Sindicato Nacional de Psicólogos; fez parte dos Órgãos Sociais da Casa do Pessoal da Federação das Caixas de Previdência e Abono de Família, da Casa do Pessoal e da CoopTV da Radiotelevisão Portuguesa, da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa (membro da Direção no biénio 1995-1996, Presidente da Mesa da Assembleia Geral no mandato de 1999-2001, Conselheiro Regional pelo concelho de Valpaços), membro da Associação dos Antigos Alunos do Seminário de Vila Real e da Associação Portuguesa de Horticultura…
Foi responsável pela página principal do jornal da CTMAD (Notícias de Trás-os-Montes e Alto Douro), aquando do seu aparecimento em 1995. Participou regularmente em Semanas Missionárias, Seminários, Congressos, Simpósios, Encontros e Conferências com intervenções de carácter psicossociológico, cultural e político, ligadas aos recursos humanos e atividades afins.
Em abril de 1974 apresentou no XXXI Congresso Luso-Espanhol Para el Progresso de las Ciencias uma comunicação intitulada: Estrutura Social e Agrária do Nordeste Transmontano ao longo das últimas décadas (1950-1970). No I Congresso de Psicologia (Lisboa, 1978) abordou: Juventude e Emprego – contributo do Psicólogo para um melhor enquadramento profissional dos Jovens. No Encontro Luso-Espanhol/II Encontro Nacional de Psicologia Militar (Oeiras, 1991), apresentou o tema: Criatividade e Formação – a descoberta de Formandos Criativos.
Há muito que vem colaborando em jornais e revistas, dicionários enciclopédicos e outros meios de comunicação social. Como exemplo, podemos citar a Enciclopédia do EDICLUBE e os trabalhos publicados sobre temas regionais transmontanos dispersos pela Voz de Trás-os- Montes e Alto Douro, Notícias de Trás-os-Montes e Alto Douro, Negócios de Valpaços de que é colaborador assíduo há décadas, Mensageiro de Bragança, Semanário Transmontano, UNEARTA, +Regiões e outros, destacando-se o empenho que dedicou à preparação do Terceiro Congresso de Trás-os-Montes e Alto Douro, que teve lugar em Bragança em Setembro de 2002 e os escritos que vai elaborando inspirado na sua terra. Colaborou também nos preparativos do Quarto Congresso de Trás-os-Montes e Alto Douro que se realizou em Lisboa em 2018, onde apresentou também uma comunicação.
Atualmente, com a sua mulher Maria Isilda Fonseca Bento Fontoura Moutinho, com quem casou em 1971, é sócio-gerente de GITIC – Tradução, Interpretação e Congressos, LDA, gitic@net.novis.pt, traduzindo, revendo e editando textos e livros, como o À PROCURA DE ALGO por Terras de Angola, Vale de Espinho, Midões, Argeriz e Valpaços – monografia telúrica e autobiográfica como lhe chamou o Dr. Barroso da Fonte – que escreveu em coautoria com a sua amiga de infância Maria de Fátima Morais Figueiras (Valpaços e Lisboa, 2007).
Já na situação de reformado, gosta de ajudar os mais humildes, viajar e cultivar os seus talentos, passando o tempo entre Lisboa e Trás-os-Montes, junto da família, dos amigos e dos conterrâneos, para reviver o passado e contribuir para a revitalização das aldeias, vilas e cidades transmontanas. Tem duas filhas: Mafalda Sofia Bento Moutinho – licenciada em Relações Internacionais (ISCSP) e Master of Artes Degree in Internacional Relations and European Studies – faz parte do elenco de jovens escritores das Editoras Dom Quixote e LeYa, onde publicou já O Segredo do Mapa Egípcio, O Mistério das Catacumbas Romanas, O Enigma do Castelo Templário, O Caso do Último Dinossauro, O Segredo de Craven Street, O Tesouro do Veleiro Espanhol, O Oráculo do Velho Mandarim, O Diamante da Ilha das Caraíbas, O Símbolo da Profecia Maia, A Mensagem Secreta de Lisboa, O Segredo dos Deuses Gregos, O Mistério das Pepitas de Ouro, O Mapa da Ilha Secreta, O Segredo da Tribo Perdida, A Carta Secreta de Colombo, O Segredo das Pérolas Árabes, A Lenda do Livro dos Segredos… e mantém ativo e dinâmico o site www.osprimos.com; e Alexandra Bento Moutinho, engenheira mecânica e professora-doutora no Instituto Superior Técnico em Lisboa onde continua a sua atividade docente, investiga e estuda alternativas para a Navegação de um Veículo Autónomo Exterior, dando assim continuidade à tese de doutoramento que defendeu em 2007 e à docência universitária.
Enquanto estudante em Vila Real, os tempos de férias (Natal, Páscoa e Verão) eram passados em Midões onde ajudava a família nas atividades agrícolas e confraternizava com os conterrâneos, familiares e amigos nas diversões e passatempos da época.
Agora, nos seus tempos livres, aproveita sempre que pode as excursões organizadas pela CTMAD, Casa do Pessoal da RTP e Associação Portuguesa de Horticultura, de que é sócio. Juntamente com os seus professores e colegas do Instituto Superior de Agronomia, onde esteve inscrito como aluno extraordinário, participou nas atividades académicas, cursos, aulas, conferências e visitas de estudo ligadas essencialmente à viticultura, olivicultura e fruticultura, cujos conhecimentos vai aplicando sempre que vem a Midões e Vale de Espinho para dar continuidade às práticas agrícolas herdadas. Aí colhe e saboreia excelentes cerejas, uvas, azeitonas, pêssegos, maçãs, peras, feijoas e outros produtos para usufruto pessoal e prova aos amigos que o visitam.
Mas a maior parte do ano é passada em Lisboa e Cascais na companhia da família, já aumentada com o nascimento dos seus netinhos Inês, Vasco, Pedro e Joshua, a quem dedicou algumas horas do seu tempo quando os ia buscar ao infantário ou à escola e se distrai agora sempre que se reúnem na casa de férias da aldeia ou em Cascais onde a família passa habitualmente os fins de semana e goza os prazeres que o mar e a praia lhes oferecem.
Sempre que vai a Midões e Vale de Espinho, e também à distância, mediante a colaboração direta da sua equipa de conterrâneos, cuida das videiras, oliveiras e outras árvores de fruto que aí plantou, e aonde vai com regularidade para visitar familiares e amigos, matar saudades, apanhar frutos e recolher elementos sobre as nossas tradições, usos e costumes que depois vai divulgando através de artigos e livros onde desenvolve temas transmontanos.
Além de participar regularmente nos encontros promovidos pela nossa AASVR, nos tempos mais recentes é presença certa nos convívios anuais organizados pelos alunos que entraram no Seminário em 1952 e 1953, onde participam também outros ex-colegas.
Em 2019, como principal responsável pelo Encontro/Convívio que teve lugar na freguesia de Argeriz donde é natural, colaborou ativamente na edição memorialista dos seminaristas de Vila Real que o José Dias Baptista, João Barroso da Fonte e outros iniciaram em 2018, garantindo assim a sua continuidade no Memorial do Seminarista II.
Com vista à edição anual de um novo volume, sempre aberto e acessível a novos colaboradores, aqui fica o desafio: escreve, digitaliza, junta fotos, dá notícias das tuas memórias e aparece. Serás bem vindo!

José Luis Borges Coelho

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Nasceu em Murça, em 1940.
Entrou no Seminário de Vila Real, no ano lectivo de 1951/52, chegando a fazer o curso filosófico.
Licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, veio a ser o fundador do Coral de Letras da Universidade do Porto e seu maestro titular desde 1966.
Em 1970 esse coral faz a sua primeira saída ao estrangeiro (Inglaterra). Desde aí soma êxitos sucessivos, sempre sob a égide deste ilustre Transmontano.
Foi professor de disciplinas relacionadas com voz e a música vocal e coral, designadamente, na Escola Superior de Educação e na Escola Superior de Música do Porto.
Entre outras Associações corais, dirigiu também o Coro do Círculo Portuense de Ópera.
A Banda Marcial de Murça, no dia 18 de Junho de 2007 decidiu nos seus órgãos sociais directivos atribuir o nome do José Luis Norges Coelho à sua escola de música.
É um maestro coral português, galardoado internacionalmente e com uma notável obra de divulgação da música portuguesa desde a Renascença aos nossos dias
Foi por repetidas vezes já foi galardoado em festivais competitivos internacionais e agraciado com a Medalha de Mérito Cultural da Secretaria de Estado da Cultura.

Henrique Maria dos Santos

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Natural da Vila de Sanfins do Douro, concelho de Alijó onde nasceu em 11 de Novembro de 1920.
Ingressou no seminário de Vila Real em Outubro de 1933 onde estudou durante os doze anos e veio a obter o Curso Teológico do Seminário de Vila Real.
Paroquiou a Igreja Matriz de Vila Real ( Sé) durante trinta anos e fundador e proprietário do Semanário "A Voz de Trás os Montes" que legou às Conferências de S. Vicente de Paulo e cuja propriedade hoje se desconhece.
Foi o Promotor da Construção do Bairro de S. Vicente de Paulo em Vila Real e impulsionador de diversas organizações sociais de entre as quais avultou a cantina destinada a crianças e velhos necessitados da cidade.
Frequentou as Faculdades de Filosofia em Braga e de Língua Árabe e Russo em Évora.
.Foi professor no Seminário de Vila Real, no Liceu Camilo Castelo Branco de Vila Real, na Escola Industrial da Horta Faial Açores, na Escola do Magistério em Évora e nas escolas Secundárias de André de Gouveia de Évora, do Redondo, onde foi presidente do Conselho Directivo, Estremoz, Arroiolos, Viana do Alentejo e Reguengos de Monsaraz de onde foi jubilado.
Foi membro do Conselho Português para a Paz, e fez parte da Direcção do Sindicato dos Professores da Zona Sul (S.P.Z.S.).
Amigo e Admirador da Nação Brasileira tomou parte no Ciclo de Conferências Nobreguenses em S. Paulo, sendo colaborador do Director do Instituto Histórico de S. Paulo, Doutor Tito Lívio Ferreira, nas comemorações do 4° Centenário da Fundação da Cidade de S. Paulo.
Membro do Movimento Pró Padre Manuel da Nóbrega, foi o organizador das comemorações em Portugal do 4° Centenário da morte do ilustre missionário e conterrâneo, Padre Manuel da Nóbrega, promovendo em Vila Real encontros de estudo e cultura entre intelectuais Portugueses e Brasileiros.
Defensor da comunidade Lusíada foi entusiasta de um Convénio Luso Brasileiro que fosse instrumento de interculturas, progresso humano, segurança colectiva e Paz.
OBRAS PUBLICADAS:
Padre Manuel da Nóbrega Glória de duas Pátrias Portugal Brasil 450 Anos
Primeira Gramática Portuguesa de Fernão de Oliveira (trabalho produzido em Concurso promovido pela Universidade da Curitiba Brasil)
Maurício Penha Fundador da Casa Museu em Sanfins do Douro
Aventura Feliz (Autobiografia)
A Lição da História na Vida de Dois povos Portugal Brasil 500 Anos de Convívio (a Publicar)
Padre Fernão Cardim um dos Cabouqueiros do Brasil (Conferência a publicar).
Vive em Évora, jubilado do ensino secundário e jubilosamente vive, de consciência altiva e livre, entregue aos livros, à escrita de tantas belas páginas, ao doce convívio familiar, ao quotidiano exercício da sociabilidade e dos trabalhos da cidadania.

José Alves Carneiro

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Nasceu no lugar do Cando, freguesia de Valdanta, concelho de Chaves, em 25.8.1930.
Em 1942 ingressou no Seminário de Vila Real.
Foi ordenado em 4.6.1955, tendo em Outubro desse ano seguiu para Roma, para frequentar a Universidade Gregoriana onde se licenciou em Teologia (1957).
Entre 1957/1959 frequentou o Curso de Pastoral e foi o representante dos alunos do Colégio Português na Universidade Gregoriana.
Em 1959 regressou a Portugal, sendo nomeado professor do Seminário.
Em 1962 foi nomeado professor de Religião e Moral da Escola Comercial e Industrial, (actual Esc. Secundária de S Pedro em Vila Real.
Em 1961 matriculou se em Direito na Universidade de Coimbra, onde se licenciou. Em 1964 foi dispensado de todo o serviço na Diocese de Vila Real e transferiu se para Lisboa, como coadjutor do pároco dos Jerónimos.
Em 1970 foi nomeado pelo Cardeal Cerejeira, prof. de Religião e Moral do Liceu de Passos Manuel e mais tarde foi transferido para o Liceu Nacional de Queluz, onde foi responsável pelo jornal escolar: Contacto.
Em 1974 pediu a redução ao estado clerical, tornando se professor efectivo do 7° grupo do Ensino Liceal ao mesmo tempo que se inicia na advocacia em Lisboa.
Em 29.1.1979 casou catolicamente com a Dr.a Maria Margarida Coutinho dos Santos Pinho.

Dr. José Augusto Vieira

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Nasceu na freguesia de Constantim, concelho de Vila Real, em 18 de Fevereiro de 1940.
Ingressou no Seminário de Vila Real em Outubro de 1951 e aí completou o Curso de Teologia , recebendo ordens eclesiásticas.
Licenciou se em Filologia Românica pela Universidade de Letras do Porto.
Iniciou a sua actividade lectiva na Escola Industrial e Comercial de Vila Real e, no ano seguinte, passou para a Escola Preparatória Diogo Cão, também em Vila Real.
Em 1973, deixa Vila Real e fixa-se na cidade do Porto dedicando se, a partir daí, à Escola Secundária de Águas Santas, Maia, donde saiu apenas dois anos: um para fazer o Estágio no Liceu do Funchal e outro para efectivar na Escola Secundária de Paços de Ferreira.
Leccionou ainda no Externato Pedro Nunes, em Vila Nova de Gaia,
no Externato Ribadouro, no Porto e,
durante vinte anos, no Externato D. Duarte.
Obras
A convite da Porto Editora elaborou em equipa com Bráulio Veiga Martins e João Augusto da Fonseca Guerra ou só com este último vários manuais de português do 7º ao 12º anos de escoilaridade
Tem colaboração dispersa por jornais, como A Voz de Trás os Mortes (Vila Real) e Pedras Vivas (Porto) e por Revistas, como Gil Vicente (Guimarães), Portus (da Associação Cultural Portuense) e Educação (Porto Editora)
Literatura Popular em Terras de Vila Real, integrado nos Cadernos Culturais 2.a série da Câmara Municipal de Vila Real, com o n.° 3 (1987)
Amanhã Não Haverá Poente (Poesia), 1995, prefaciado por A.M. Pires Cabral.
Tendo a sua vida decorrido ao serviço do ensino, participou em inúmeras acções de formação e, como formador, dinamizou muitas outras em várias Escolas do País e, sobretudo, no Centro de Formação da Maia. Pelo despacho n.° 10406/98 (2.a série), de 28 de Maio, o Ministro da Educação, Marçal Grilo, atribuiu lhe a menção de Excelente "pela sua invulgar capacidade de iniciativa e de realização, pelo seu grande empenhamento e permanente disponibilidade em relação à vida da Escola e pelo seu esforço de formação pessoal, de intervenção no sistema e de dinamização de acções".

Nelson Vilela

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"E orgulho tem de nascer assim
Podem rufar tambores, arrais e viras
É de lá que sou... foi de lá que vim."
Nelson Vilela, nasceu, em 1933, na aldeia transmontana que marcou e acolheu Camilo Castelo Branco - Vilarinho da Samardã - sendo o oitavo filho de uma família numerosa (14 irmãos), tudo gente com lugar de destaque na vida ....
Cursou Teologia no Seminário de Vila Real.
Aos 18 anos publicou o seu primeiro livro de poesia "Saudade", com autorização do Bispo D. António Valente da Fonseca que por ele nutria muito carinho e o encorajamento do nosso querido Ângelo do Carmo Minhava.
Nunca exerceu actividade eclesiástica, pois pediu e obteve dispensa desse múnus e dedicou-se ao Ensino, após se ter licenciado em Filologia pela Universidade do Porto.
Leccionou em Mondim de Basto, Nova Lisboa, Évora, Alcácer do Sal, Chaves e Braga.
Pertence à Associação dos Autores de Braga e já fez parte da Direcção.
Entre as sua obras saliento: Saudade, Asas de Espuma, Mar e Sombra, Inquietação, Pedaços do mesmo sonho, Regresso, Sempre em Caminho, Livro de Carla, O Sal e as Lágrimas.
É um consagrado poeta e prosador que só por ingratidão ou ignorância das nossas editoras não tem a sua obra divulgada à medida da respectiva amplitude e importância cultural.

José Augusto Miranda Mourão

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José Augusto Miranda Mourão nasceu a 12 de Junho de 1947 em Lordelo, Vila Real.
Ingressou no Seminário de Vila Real em 7 de Outubro de 1958 e após a sua saída do seminário, ainda na adolescência, optou pela vida religiosa e é padre dominicano.
Desde muito cedo se dedicou às letras. Tem colaboração dispersa em várias publicações. É professor na Universidade Nova de Lisboa.
Vida académica
1999: Agregação em Semiótica (FCSH, UNL)
1991: Doutoramento em Teoria da Literatura (FCSH, UNL)
1979: Licenciatura em Ciências Literárias (FCSH, UNL).
1977: Licenciatura em Teologia (Faculdade de Teologia de Lyon, França).
Cargos académicos
Professor Associado com Agregação (UNL-DCC, 1999)
Professor Associado (UNL- DCC, 1998)
Professor Auxiliar (UNL-DCC, 1991-98)
Assistente (UNL- DCC, 1984-91)
Assistente estagiário (UNL-DCC, 1981-1984).
Outros domínios
Teoria da Literatura, Crítica, Teologia
Actuais interesses de investigação
Hiperficção e Cultura
Domínio de especialização
Semiótica, Hipertextualidade e Cultura
PUBLICAÇÕES
Livros:
Genealogias e Cartografias (com Maria Augusta Babo), Coimbra, Minerva, 2007
Luz desarmada, Prefácio (2006).
A influência de Joaquim de Flora na cultura Portuguesa e Europeia, de parceria com Eduardo Franco, Roma Editora (2005).
O Mundo e os Modos da Comunicação, Minerva (2005)
O Fulgor é Móvel (em torno da Obra de Maria Gabriela Llansol), Ed. Roma, 2004.
Ficção Interactiva: Para uma Poética do Hipertexto, Edições Universitárias Lusófonas, 2001.
Coordenação, juntamente com M. Estela Guedes, Nuno Peiriço e Raquel Gonçalves de Discursos e práticas alquímicas, Hugin, 2001.
Agenda os Nossos Avós, coordenação, juntamente com Ana Luísa Janeira, responsável técnico da versão online. Edição da Universidade de Lisboa.
Para um imanentismo aberto (o reducionismo solipsista)", in Comunicação e Sociedade 1, Cadernos do Noroeste (1999).
Faleceu em Maio de 2011.
Outras actividades anteriores
Membro da Direcção do CECL (2000-2002). Presidente do CECL (2003-2006).
Membro da equipa portuguesa que integra as Acções Integradas Luso-Espanholas, de parceria com o CITSUL (Centro Interdisciplinar de Tecnologia e Sociedade da Universidade de Lisboa) e o CEH (Centro de Estudios Historicos de Madrid).
Presidente do (ISTA) Instituto de S. Tomás de Aquino e dos Cadernos ISTA.
Membro do Comité executivo da Associação Internacional de Estudos Semióticos (1999).
Membro da Comissão de Creditação da Revista Faces de Eva (2001).
Membro de Aconselhamento permanente do Núcleo de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho (2002).
Membro do Conselho Editorial da revista «Comunicação e Cultura» da UCP (2006).
Membro da Comissão Científica da Revista Cibertextualidade (CETIC) (2006).
Director da Revista de Ciências da Linguagem (2006).
Línguas
Conversação: português, castelhano, francês.
Leitura: português, castelhano, francês, inglês, italiano, latim.
Escrita: português, castelhano, francês.
Organização de reuniões científicas internacionais
Membro da Comissão Científica do Colóquio Internacional «Discursos e Práticas Alquímicas» (2006).
Membro da Comissão Científica do Colóquio Internacional «Os Dominicanos em Portugal - VIII Centenário da Fundação da Ordem dos Pregadores» (2006).
Membro da Comissão Científica do Colóquio Internacional «Missionação no Império Português: teorias historiográficas e novas metodologias de investigação» (2006).
Director do Seminário «Dialogar é preciso» (2006).
Presidente do EAC (Conferência Internacional sobre arte e comunicação) (2005).
Membro da Comissão Científica do Colóquio de Estudos GLQ «Culturas, Identidades, Visibilidades» (2005).
Membro da Comissão Científica do Colóquio Internacional «Michel Foucault. Lei, Segurança e Disciplina» (2005).
Coordenador principal da Comissão organizadora do Colóquio Internacional «A Inquisição Portuguesa: Tempo, razão e Circunstância» (2004).
Membro da Comissão organizadora do Colóquio Internacional «Frei Luís de Granada e o seu tempo» (2004).
Membro da Comissão organizadora do Colóquio "Natália Correia" (2003).
Presidente da organização do Colóquio Internacional "A Criação" (2001).
Presidente da organização do I e do III Colóquio Internacional Discursos e Práticas Alquímicas (1999 e 2001).
Presidente da Comissão Científica da Conferência Internacional sobre "A cultura das redes" que teve lugar na Fundação Gulbenkian em Outubro de 2001.
Membro da Comissão organizadora do IV Centenário da morte de Fr. Luís de Granada e do Congresso Internacional sobre o mesmo que decorreu em Lisboa (1986) e Granada (1988)."
"A retórica da ciência no debate acerca do aborto em Portugal", in Maria Eduarda Gonçalves (org.), Cultura Científica e participação Pública, Lisboa, Celta, 2000.
"O Naturalismo na sua relação com a Igreja Romana", Revista Século XVIII, vol. I Tomo I Spes, Lisboa, 2000.
"Do uso selvagem do sagrado: a religiosidade vagabundeante", RCL, nº 28, 2000.
"Catástrofes fiduciárias: o valor ondulatório do dinheiro", em colaboração com José Casquilho, in Comunicação e Sociedade, Vol 14, nº 1,2/C.C.H.S. 2001.
"Hibridismo e semiótica: os quasi-objectos", in RCL, Nº 29, Maio, 2002.
"A textualidade electrónica. Literatura e hiperficção", in De Gutenberg ao Terceiro Milénio, Universidade Autónoma de Lisboa, Lisboa, 2002.
"Adélia Prado: Poéticas ou a alegria da escrita", in Revista Portuguesa de Humanidades, Vol. 5 - 1/2, 2002.
"A leitura como exercício dos sentidos", Brotéria vol. 154, Abril, 2002.
"A praxis enunciativa: entre Spinoza e Greimas", in As Ciências da Comunicação na viragem do século, Org. José Bragança de Miranda e Joel F. da Silveira, Vega, comunicação & linguagens, 2002.
"Vínculos, novos vínculos, desvinculações", In Crítica das Ligações na Era da Técnica, org. de José Bragança de Miranda e Teresa Cruz, Tropismos, 2002.
"Funambulismos: a narrativa e as formas de vida tecnológicas", in RCL, A cultura das redes, nº extra, organizado por Maria Lucília Marcos e José Bragança de Miranda, 2002.
"Natura-cultura: para ligar as ciências e as humanidades", in Atalaia-Intermundos, nº 6/7, 2002. "O mundo das redes: a euforia rizomática", in cadernos ISTA, nº 13, 2002.
"A Comunidade como Prática do Lugar", in conversas à volta dos conventos, coord. Virgínia Fróis, Casa do Sul Editora, 2002.
«A sensibilidade artificial: os modos do sensível», in Trajectos, Outono, nº 3.
«Literacia museológica: textos, objectos, espaços e eventos», in Atalaia-Intermundos, nº 12/13, 2003.
«O museu como acto comunicativo: produção e interpretação», in Atalaia-Intermundos, nº 12/13, 2003.
«A erótica do affectus, em Trabalhos de Jesus», in História e Antologia da Literatura Portuguesa século XVI, nº 25, 2003, Fundação Calouste Gulbenkian.
«O habitat da hiperficção Hipertopia(s), com José Casquilho, in RCL, nº 32, 2003.
«Cybertext. Perspectives on Ergodic Literature», in Caleidoscópio, 2º Semestre, nº 4, 2003.
«Da metafísica do fluxo a treva luminosa: Eckhart e a tirania da imagem», in Cadernos ISTA, nº 15, 2003.
«Quando a letra é o bordo em que bate a vida (A partir de Ne lisez pas ce livre! de Renaud Camus)», in Indisciplinar a Teoria. Estudos Gays, Lésbicos e Queer, org. Fernando Cascais, Fenda, 2004, pp. 283-3-9.
«Ego affectus sum: Sujeito, paixão, discurso», in RCL. Nº 33, 2004, pp. 173-185. «Para que serve a Literatura?», in Interact nº 11, 2004.
«Deus na Literatura», in Lumen, (UNIFAI) nº 11, 2004.
«Do humanismo de Bartolomeu dos Mártires ao pós-humano», in Humanismo para o nosso tempo. Homenagem a Luís de Sousa Rebelo, Lisboa.
«Ninguém é verdadeiramente autor», in Caleidoscópio, nº 5/6, 2005. «A mística do Espírito Santo em Natália Correia: transposição portuguesa e feminina de uma utopia europeia», com J. Eduardo Franco, in Brotéria Março 2005.
«Do espaço teológico ao ciberespaço», in TCL nº 34 e 35 (2005).
«A guerra nas ‘apologias' de Sepúlveda e Las Casas», in Revista da FCSH, nº 16 (2005).
«Dispositivos de mediação - a propósito da exposição de Presépios. Col. F. Canha da Silva», Episteme nº 21, Univ. Federal do Rio Grande do Sul.
«Do Tecnoparaíso ao Inferno de eXistenZ», in Natural?! O que é isso?, apenas livros, 2005.
«Escrita e Hipertexto: do scribere ao spectare», in Pensar a escola, Escola Secundária Vitorino Nemésio, nº 3, 2006.
«A noção de ordem no espaço das Ordens e Congregações», in Brotéria ½, vol. 162, 2006.
«George Buchanan: o drama da interlocução», in Praedicatores, Inquisitores - II, (ed.) Arturo B. Palácios, Institutum Historicum Fratrum Preadicatorum, Romae, 2006.

José António Carvalho de Moura

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Natural de Meixedo, concelho de Montalegre, nasceu em 19 de Março de 1940, oriundo de uma humilde família de lavradores.
Concluída a instrução primária, estudou no Seminário de Vila Real onde concluiu Teologia sem no entanto ter recebido as ordens eclesiásticas com que os seus pais sempre sonharam.
Iniciou a sua vida profissional na Escola Profissional das Minas da Borralha, e, um ano depois, transferiu se para Lisboa para trabalhar no INE, ao mesmo tempo que se matriculava no Conservatório de Música.
Entretanto, chamado a cumprir o serviço militar. passou pelo COM de Mafra e, mais tarde. como Alferes miliciano, rumou até Moçambique em missão de serviço. Regressado a Portugal, envereda pela carreira docente no ensino secundário particular e oficial, no Externato Montalegrense e na Escola D. Nuno Álvares Pereira, de Montalegre, onde , no ano de 1974/75, desempenhou as funções de Presidente do Conselho Directivo.
Simultaneamente prosseguia os seus estudos secundários e superiores, primeiro no Conservatório de Música do Porto e depois no de Braga.
Após o 25 de Abril, entra na política activa, filia se no PSD e juntamente com o Dr. Diogo Vaz Pereira é fundador da primeira secção deste partido no Distrito de que foi membro e Presidente em sucessivos mandatos. Ainda como político, ao nível do Distrito faz parte de várias comissões políticas e acompanha de perto todas as acções políticas do partido.
Em Novembro de 1975 faz parte da 2.ª Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Montalegre empossada pelo Governador Civil Dr Montalvão Machado.
Concorre em Dezembro de 1976 à Presidência da Câmara Municipal de Montalegre, ganhou as eleições , mandato que renovou por mais três vezes até Dezembro de 1989. Da sua passagem pela Câmara ressaltam várias realizações importantes sendo de destacar:
a instituição das armas do município ou brasão,
a construção de equipamentos sociais relevantes
a intransigente defesa dos interesses das terras de Barroso face ao poder estatal e ao de outros municípios, de que são exemplos marcantes:
a Fronteira de Sendim,
o Matadouro Regional do Barroso e Alto Tâmega
a naturalidade de João Rodrigues Cabrilho.
Como autarca, foi membro fundador da Associação Nacional dos Municípios Portugueses na qual ocupou vários cargos na Direcção e na Mesa do Conselho Nacional,tal como da Associação dos Municípios do Alto Tâmega.
Para trás tinha ficado a carreira docente e os estudos da música.
Com efeito, no ano lectivo de 1980/81, sendo chamado para o estágio na Escola Preparatória n.° 1 de Chaves optou pela Câmara numa dedicação exclusiva e totalmente absorvente.
Com o abandono da Câmara em 1990, entra numa nova fase da sua vida com tempo para se dedicar à família, sem abandonar de vez a política.
Cria um jornal de periodicidade quinzenal, O Povo de Barroso, de que ainda é director e acompanha as actividades políticas locais de que é observador atento. Então, como o tempo lho permite, matricula se no curso de Filosofia da Universidade Católica de Braga para suspender logo a seguir porque em 1992 é nomeado Consultor do Parque Nacional da Peneda Gerês, cargo que ocupa durante dois anos, dando impulso à criação da Associação de Desenvolvimento das Regiões do PNPG (ADERE PG) e às Feiras Mostras do mesmo parque.
É ainda responsável pelo Telecentro.
Com o cessar destas tarefas, reinicia os estudos e volta à acalmia da sua vida em Montalegre para se dedicar agora ao jornalismo como profissional fazendo publicar alguns trabalhos em jornais diários da grande imprensa sobre temas locais e regionais.
De salientar, por último, alguma actividade literária com a publicação de dois livros: "Comemorações do Milenário de S. Rosendo 977 1977", edição da C.M. de Montalegre, 1978 de parceria com o P.e Lourenço Fontes
e "Comemorações da Homenagem a João Rodrigues Cabrilho", edição da mesma C.M. de Montalegre de 1980.
É o actual Presidente da Mesa da Assembleia Geral da AAASVR.

Juiz David Pinto Monteiro

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Natural da freguesia de Sedielos do o Concelho de Peso da Régua , iniciou a sua vida académica no Seminário de Vila Real , após conclusão da instrução Primária.
Licenciado em Direito ingressou na Magistratura Judicial , tendo sido Juiz em Viseu e Vila Real no Tribunal de Trabalho e na Comarca Judicial
É Desembargador no Tribunal da Relação do Porto

Dr. Barroso da Fonte

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Barroso da Fonte, um dos mais fecundos autores transmontanos, autor de perto de quatro dezenas de títulos (poesia e estudos de diversas naturezas) e muitas centenas de artigos na imprensa, nasceu no lugar de Codeçoso, freguesia de Meixedo, concelho de Montalegre, em 19.2.1939
Frequentou o Seminário de Vila Real (1952/ 1962), licenciou se em Filosofia (1982), fez o Mestrado (o Mestrado em Filosofia em Portugal e Cultura Portuguesa (UM 1997).
Foi oficial Mil.º (Ranger), em Angola (1965/67).
Técnico Superior da Função Pública.
Director da Delegação do Porto da (extinta) Direcção Geral da Comunicação Social. Vereador, a tempo inteiro, da Cultura, Desporto, Turismo e Pessoal na Câmara Municipal de Guimarães (1986/90).
Director do Paço dos Duques de Bragança e Castelo da Fundação (1990/95).
Director entre outras publicações :
do semanário O Comércio de Guimarães (1984/94),
dos mensários: Poetas & Trovadores, Além-Marão,
A Voz do Combatente
e da Revista Gil Vicente.
Colaborou numa série de jornais, de âmbito nacional e regional.
Está antologiado em diversas colectâneas e enciclopédias.
É autor dos seguintes livros :
Em verso :
Neve e Altura, 1965.
Formas e Sombras, 1966.
O Sangue e as Palavras, 1967.
É Preciso Amar as Pedras, 1970.
Terra Violada, 1978.
Tempo Infecundo, 1982.
Pausa ao Entardecer, 1990.
Trinta Anos de Poeta (antologia), 1995.
Em prosa :
Conheça Trás-os-Montes, 1970.
Usos e Costumes de Barroso, 1972.
Diálogo com Ferreira de Castro, 1973.
Síntese Monográfica de Chaves, 1975.
Vida e Obra de D. Joaquim da Boa Morte, 1979.
Rifoneiro Barrosão, 1984.
Rezas, Crendices e Medicina Popular em Barroso, 1985.
Vida e Obra de Artur Maria Afonso, 1987.
Vida e Obra de Joaquim Álvares de Moura, 1987.
Guimarães - Roteiro Turístico, 1991.
Aspectos menos conhecidos do Paço dos Duques de Bragança, 1992.
A Igreja de S. Miguel do Castelo, 1992.
O Castelo de Guimarães, 1992.
D. Afonso Henriques - Português de Guimarães, 1992.
Mumadona - A Fundadora de Guimarães, 1992.
Paço dos Duques de Bragança - Elo, Lisboa - 1993 (quadrilingue).
Paço dos Duques de Bragança - Elo, Lisboa - 1993 (Edição Popular).
Antologia Poética de Autores Vimaranenses - Ideal, 1993.
Guimarães e as Duas Caras, 1994.
Visita ao Castelo de Guimarães, 1995
Unidades Militares que passaram por Guimarães, 1995.
Mosteiro de Stª Marinha da Costa, 1995 - Elo (Bilingue).
Casa dos Pobres de Guimarães, 1997.
O Pensamento e a Obra de Alberto Sampaio, 1998.
Dicionário dos mais ilustres Transmontanos e Alto Durienses - I Vol. , 1998.
As Origens da Casa de Bragança (Separata), 2000.
7º e 8º Condes de Barcelos na tomada de Ceuta (Separata), 2000.
Monsenhor Alves da Cunha (Separata), 2000.
Poetas de Sempre - I Vol. (Antologia), 2000.
A animação no contexto educativo, 2001.
O Associativismo e a animação comunitária, 2001.
Poetas de Sempre - II Vol. (Antologia), 2001.
Dicionário dos mais ilustres Transmontanos e Alto Durienses - I Vol. , 2001.
Afonso Henriques: Um rei polémico
Jornalista excessivamente corrosivo, na defesa das suas ideias políticas que lhe retiram alguma clarividência, é uma figura controversa, face á excessiva agressividade sobretudo à combatividade e energia com que defende os seus pontos de vista de sentido único e na reacção às criticas que lhe são dirigidas não foge aos combates ideológicos e políticos quando provocado
Este seu poema com quase vinte anos sintetiza a sua posição perante a vida
NA DANÇA VOU
na dança
vou
do tempo em mudança,
buscando a esperança
daquilo que eu quero ser
e não sou .
Meu corpo avança
no barco em que me vou
em busca daquilo que procuro
e não vou
Meu peito cansa
depois de muito que já andou
envolto na vaga da esperança
daquilo que quero ser
e não sou
E
teimando vou
enquanto não alcanço
aquilo que busco
e não sou

Dr. Joaquim Ribeiro Aires

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Nasceu na freguesia de Nogueira , concelho de Vila Real em 28.5.1949.
Frequentou o seminário de Vila Real entre 1960 e 1967
Licenciou-se em História e optou pelo ensino secundário, trabalhando em Chaves e Vila Real no ensino.
Mantém colaboração assídua na imprensa regional com vários artigos de opinião, publicados semanalmente e ao longo de vários anos e autor dos seguintes livros:
Esta cidade onde moro (poesia, 1985);
A Primeira República em Sabrosa (História, 1987);
Fados Singulares (poesia, 1989);
À Espera do Milagre (contos, 1991);
Escola Secundária de Camilo Castelo Branco Vila Real (história, 1995); A República em Vila Real (estudos transmontanos, 1993/ /96),
Canto Transmontano (1998)
Historia das freguesias do concelho de Vila Real (2007)
Espera de ti (2005)
Escola Secundária de S Pedro (1995)
Vila Real - Roteiros Republicanos (2010)
A República no Distrito de Vila Real (1873-1933), (2010)
Sebastião Augusto Ribeiro, pela Escola Técnica e por Vila Real (2011)

Juiz Conselheiro Gonçalo Xavier Silvano

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Gonçalo Xavier Silvano nasceu em Abaças, no dia 5 de Maio de 1949
Frequentou, durante oito anos, o Curso Geral de Humanidades do Seminário de Vila Real, de onde transitou para o Seminário Maior do Porto, onde concluiu o 2º ano do Curso Superior, como aluno da Diocese de Vila Real.
Licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em 17 de Outubro de 1975.
Ingressou na Magistratura, em 1977, como Delegado Procurador da República, tendo exercido funções nas comarcas de Viseu e Porto.
Após frequência (em 1980) do 2º Curso Especial para Delegados do Procurador da República no Centro de Estudos Judiciários, exerceu funções como Juiz de Direito, no Tribunal Judicial de Monção, Tribunal do Trabalho de Setúbal, 4º Juízo do Tribunal Judicial de Vila Nova de Gaia, 5º Juízo Correccional do Porto, 2ºJuízo do Tribunal de Família do Porto, 2º Juízo Cível do Porto, 7º Juízo Cível do Porto, tendo no período de 1995-1998 exercido funções de Vogal do Conselho Superior da Magistratura.
Desde 1997 exercia as funções de Juiz Desembargador, no Tribunal da Relação do Porto,
Presidente do Tribunal da Relação do Porto, empossado em 18 de Junho de 2007 após ter vencido o acto eleitoral realizado no início do mês de Maio
Por deliberação do plenário do Conselho Superior da Magistratura de 20 de Abril de 2010 foi nomeado juiz conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça.
Para além de vários estudos de índole judiciária , escreveu
Abaças Histórica
Obra que tem por objectivo registar alguns dos aspectos histórico/documentais respeitantes à freguesia de Abaças, na perspectiva de preservar aquilo que ainda é possível e como suporte base que possibilite a outros iniciar ou desenvolver pesquisas alternativas ou alertar consciências para a necessidade de preservar a história.